segunda-feira, 17 de março de 2014

Centenas de pessoas se convertem no México após assistirem o filme “Jesus”

Uma série de exibições do filme “Jesus” em aldeias do povo Maia no México levou mais de 400 pessoas a se converterem ao evangelho. Durante 3 noites, o filme foi projetado em 3 aldeias localizadas na Península de Yucatán.

O diretor executivo de “Jesus Filme Project”, Erick Schenkel, afirma que um dos fatores que atraiu milhares de pessoas para assistirem às exibições foi fato de terem dublado o filme para o idioma local. Segundo ele informou em seu blog, cerca de 250 a 500 moradores assistiram à exibição em cada noite.

O trabalho do “Jesus Film Project”, já levou o filme de 2 horas de duração, a países em todo o mundo desde 1979. Para promover esse trabalho, a produção já foi dublada em centenas de idiomas desde que foi gravada. No site do projeto, eles explicam que o “objetivo é chegar a todas as nações, tribos, povos e língua, ajudando-os a ver e ouvir a história de Jesus em uma linguagem que eles possam entender”.


A estimativa do projeto é que mais de 200 milhões de pessoas já se converteram ao evangelho após assistirem ao filme. Ore por esse projeto, para que continuem tendo acesso aos países difíceis de levar a palavra de Deus. Interceda pelas pessoas que assistiram e que ainda irão assistir ao filme, para que elas encontrem o amor de Jesus.

Fonte: Gospel +

Secretaria de Educação se recusa a tirar das escolas livros didáticos que, segundo pais de alunos, fazem apologia ao diabo

O conteúdo de alguns dos livros didáticos utilizados por crianças com idade a partir de seis anos na rede municipal de ensino da Taubaté (SP) tem causado polêmica e preocupado os pais de várias crianças. De acordo com as mães dos alunos, quatro dessas obras apresentam um conteúdo impróprio para as crianças, sendo que uma delas estaria, segundo as mães, fazendo apologia ao diabo.

O livro “ABC Doido” é o principal alvo das críticas. Nele, a letra T é associada ao tridente, em uma página que também mostra figuras que seriam de “demônios” em um diálogo ensinando que a letra T não é a da cruz.

Outra das obras criticadas, intitulada “Terríveis Romanos”, ensina à criança um passo a passo de como analisar as vísceras de animais para se tornar um “vidente” Em um de seus trechos, o livro explica: “É provável que sua mãe não ache graça em você estripando um animal dentro de casa. Se for o caso, vá a um criadouro e compre um coelho inteiro para fazer a leitura”.

Diversos pais e mães de alunos afirmam que os livros adotados nas escolas, como os já mencionados, apresentam um conteúdo impróprio para o aprendizado das crianças e afirmam que eles podem as influenciar negativamente.

- É como se estivesse induzindo ele [aluno] a fazer algo. Eu estou ensinando ele o certo, para forjar o caráter dele para ele ser um homem de bem e, na escola, ele aprendendo outra coisa – Claudia David, mãe de um dos alunos que recebeu os livros.

- Eu li o livro que chegou para ela [filha] e vi que tinham umas palavras muito fortes – relatou a mãe de outra aluna.

O caso foi parar na Câmara Municipal da cidade, que convocou a secretária de Educação, Edna Chamon, para prestar esclarecimentos sobre os conteúdos dos livros.

- Vamos perguntar para a secretária o porquê que ela colocou esses livros, que nós entendemos que é para uma idade maior, o porquê que foi colocado? – explicou o vereador Noilton Ramos, afirmando que, assim como os pais, não considera o material apropriado para as crianças.

Chamon será ouvida pelos vereadores na Câmara na próxima segunda-feira (17). Porém, ela defendeu o material adotado pelo município e adiantou que os livros não serão retirados das escolas, e que fazem parte de um programa de leitura aprovado pela equipe técnica da prefeitura. De acordo com a secretária, os livros utilizados pela rede municipal de ensino de Taubaté são referência e alguns deles, como o “ACB Doido”, são títulos premiados.

- São materiais técnicos, dentro de uma proposta técnica, títulos inclusive comercializados em mais de 40 países – defende Edna Chamon.

Via Gospel +


sexta-feira, 14 de março de 2014

Bebê recém-nascida é declarada morta e volta a respirar 28 minutos depois; “Milagre”, dizem médicos


Uma menina declarada morta logo após vir à luz tornou-se a personificação de um milagre, segundo familiares e médicos. 28 minutos após a declaração de óbito, a criança passou a respirar sozinha, e apesar de os médicos não saberem como isso se tornou possível, Robin Cyr, a mãe da menina, responde: oração.
Robin foi ao hospital para dar à luz à menina, sua quarta criança. No entanto, complicações no parto fizeram com que a menina respirasse com dificuldades depois de nascer, e momentos depois, falecesse. “Minha tia me olhou e disse: ‘seu bebê se foi’”, relata a mãe.

As enfermeiras levaram o corpo já sem vida para fora do quarto, e alguns minutos depois, voltaram com notícias que, aparentemente seriam impossíveis: “Outra enfermeira veio, dois minutos depois… Ela não conseguia falar, estava sem palavras. Outra enfermeira veio e disse: ‘a respiração do seu bebê. Ele [o médico] disse que é um milagre’. E o próprio médico disse: ‘Eu sinto muito por ter desistido de seu bebê, pois eu me virei e ela está respirando por conta própria’”, contou a mãe ao Christian Post.

Agora internada numa Unidade de Terapia Intensiva, a menina continua respirando por conta própria. A mãe declarou que embora os médicos não possam explicar o que houve, ela acredita piamente que foi sua fé que entrou em ação.

“Minha tia estava lá, e é uma bênção, porque as suas orações são muito profundas e fortes”, disse Robin. “Quando ela começou a orar, a minha menina voltou. Tudo o que posso dizer é que foi a mão de Deus. Isso é o que todos estão dizendo… Ela está aqui por uma razão. Deus a trouxe de volta por um motivo”, disse a mãe.


Ainda sem nome, a menina aguarda a inspiração da mãe para batizá-la. Robin quer escolher um nome que esteja à altura de sua ainda breve, mas milagrosa história de vida.  

Fonte: Gospel +

quinta-feira, 13 de março de 2014

As sequelas do aborto nos homens

Os homens também sofrem as consequências de um aborto provocado

Todos os anos, desde 1974, realiza-se em Washington a "Marcha pela Vida", um ato reivindicativo no qual se pede a revogação da lei Rose vs. Wade, com a qual o aborto foi legalizado nos Estados Unidos em 1973.

Já faz alguns anos que Chris Aubert participa desta marcha e de outra que acontece em sua cidade. Ele o faz consciente do valor da vida, depois de perceber que, ao invés dos 5 filhos que o fazem tão feliz, este número poderia ser de 7.

Em 1985, sua então namorada lhe disse que estava grávida e pensava em abortar. Ele lhe deu 200 dólares e saiu para ver uma partida de beisebol. Em 1991, a história se repetiu com outra namorada.

"Isso era totalmente irrelevante para mim", conta em seu blog. Ele acreditava que aqueles fatos não repercutiriam em sua vida, mas, um dia, na consulta ao ginecologista, ao lado de sua atual esposa, ele viu a ecografia de um dos seus filhos (desta vez, desejado) e sentiu um aperto no peito, um arrependimento profundo pelo que havia feito. "Se eu pudesse voltar no tempo, salvaria esses filhos – confessa. Há uma mancha que jamais se apagará da minha alma."

Vicky Thorn é ativista pró-vida desde antes da existência deste movimento como tal. Ela fundou o Projeto Raquel, que ajuda as mulheres após um aborto provocado. Mas também ajuda os homens, ainda que, como explica, as sequelas desta prática neles ainda são um tabu, porque o aborto é considerado um "assunto de mulheres".

Ao não permitir o nascimento de um filho, Thorn descreve uma dupla reação nos homens: por um lado, existem os que, ao ter filhos desejados, acabam sendo superprotetores e vivem em constante angústia e medo de que lhes aconteça algo ruim. Por outro, existem os que passam por um inferno no mundo do álcool, drogas, adições sexuais e autodestruição.

A experiência de Thorn é que, após a perda, o homem passa pelas seguintes etapas: ira, raiva, frustração, sofrimento profundo, arrependimento e tristeza.

"Custa-lhes acreditar que olharam para o outro lado", afirma. A estes sentimentos se une a vergonha por terem permitido que arrancassem seus filhos deles, os filhos que deveriam ter protegido.

Outra das ideias que apoia esta suposta desvinculação do homem da paternidade é a de que "se trata do corpo da mulher e por isso é ela quem deve decidir".

"Uma gravidez é um assunto dos dois e é preciso que conversem sobre isso – mais ainda quando a gravidez é indesejada. Não se pode deixar o homem de lado", diz Samuel, quem, dentro de apenas 4 meses, será pai, aos 20 anos de idade.

Nem seus pais, nem os pais da sua namorada, nem sua namorada trabalham. Mesmo assim, estão felizes, ainda que preocupados pelo futuro. Por isso, recorreram à Red Madre, organização que se encarrega de oferecer todo o necessário para que não falte nada à criança.

Mas a mentira sobre o papel do homem na procriação se espalha como uma mancha de óleo. Neste pilar se apoiam muitos abortistas para empunhar seus argumentos, fundamentados em uma profunda visão feminista.

O site da clínica Dator, ao falar de "Homem e aborto", começa o texto afirmando: "É a mulher quem deve tomar a decisão final sobre fazer ou não um aborto".

Ondina Vélez, médica e membro do Instituto CEU de Estudos da Família, afirma que os homens se sentem muito feridos após um aborto, de tal forma que, em muitos casos, podem inclusive romper seu relacionamento com sua parceira.

"Em muitos casais, a atitude mais frequente é que os homens fiquem ansiosos e aceitem a decisão delas, precisamente porque sentem que 'o aborto é coisa de mulheres' e que eles não têm direito de opinar."

Dois dos clientes atendidos por Ondina não concordavam em se desfazer do filho que estava a caminho. "Pouco tempo depois, terminaram o relacionamento com suas parceiras", contou a médica.

São os que, ou olham para o outro lado, ou induzem a mulher a fazer um aborto. Parece difícil se desvincular dessa má publicidade sobre o assunto. No entanto, os homens também são vítimas de um ambiente que muitas vezes os pressiona. Como afirma Thorn, "foram incentivados a permitir que ela escolhesse, quando na verdade eles queriam ser pais".


(Artigo de Ángeles Conde M., publicado originalmente pela revista Misión)

Fonte: Via Aleteia

O perigo do "gênero" em educação

(Plano Nacional de Educação deseja incluir a ideologia de gênero)

Por Pe. Luiz Carlos Lodi

A ideologia de “gênero” prega, em matéria sexual, a “liberdade” e a “igualdade”. A “liberdade”, porém, é entendida como o direito de praticar os atos mais abomináveis. E a “igualdade” é vista como a massificação do ser humano, de modo a nivelar todas as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher.
A origem da ideologia de gênero é marxista. Para Marx, o motor da história é a luta de classes. E a primeira luta ocorre no seio da família. Em seu livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), Engels escreveu:
Em um velho manuscrito não publicado, escrito por Marx e por mim em 1846, encontro as palavras: ‘A primeira divisão de trabalho é aquela entre homem e mulher para a propagação dos filhos’. E hoje posso acrescentar: A primeira oposição de classe que aparece na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre homem e mulher unidos em matrimônio monogâmico, e a primeira opressão de classe coincide com a do sexo feminino pelo sexo masculino[1].
Dentro da família, há uma segunda opressão – a dos filhos pelos pais – que Marx e Engels, no Manifesto Comunista (1848), pretendem abolir: “Censurai-nos por querer abolir a exploração das crianças por seus próprios pais? Confessamos esse crime”[2].

Fiel à sua raiz marxista, a ideologia de gênero pretende que, em educação, os pais não tenham nenhum controle sobre os filhos. Nas escolas, as crianças aprenderão que não há uma identidade masculina nem uma feminina, que homem e mulher não são complementares, que não há uma vocação própria para cada um dos sexos e, finalmente, que tudo é permitido em termos de prática sexual.

Note-se que a doutrina marxista não se contenta com melhorias para a classe proletária. Ela considera injusta a simples existência de classes. Após a revolução proletária não haverá mais o “proletário” nem o “burguês”. A felicidade virá em uma sociedade sem classes – o comunismo – onde tudo será de todos.

De modo análogo, a feminista radical Shulamith Firestone (1945-2012), em seu livro A dialética do sexo (1970), não se contenta em acabar com os privilégios dos homens em relação às mulheres, mas com a própria distinção entre os sexos. O fato de haver “homens” e “mulheres” é, por si só, inadmissível.
Como a meta da revolução socialista foi não somente a eliminação do privilégio da classe econômica, mas a eliminação da própria classe econômica, assim a meta da revolução feminista deve ser não apenas a eliminação do privilégiomasculino, mas a eliminação da própria distinção de sexo; as diferenças genitais entre seres humanos não importariam mais culturalmente[3].
Se os sexos estão destinados a desaparecer, deverão desaparecer também todas as proibições sexuais, como a do incesto e a da pedofilia. Diz Firestone:
O tabu do incesto é necessário agora apenas para preservar a família; então, se nós acabarmos com a família, na verdade acabaremos com as repressões que moldam a sexualidade em formas específicas[4].
Os tabus do sexo entre adulto/criança e do sexo homossexual desapareceriam, assim como as amizades não sexuais [...] Todos os relacionamentos estreitos incluiriam o físico[5].
Por motivos estratégicos, por enquanto os ideólogos de gênero não falam em defender o incesto e a pedofilia, que Firestone defende com tanta crueza. Concentram-se em exaltar o homossexualismo.
Ora, não é preciso uma inteligência extraordinária para perceber que os atos de homossexualismo são antinaturais. Nas diversas espécies, o sexo se caracteriza por três notas: a dualidade, acomplementaridade e a fecundidade.
  • Dualidade: há animais assexuados, como a ameba, que não têm sexo. Os animais sexuados, porém, têm necessariamente dois sexos. Não há uma espécie em que esteja presente apenas o sexo masculino ou apenas o feminino.
  • Complementaridade: os dois sexos são complementares entre si. E isso não se refere apenas aos órgãos de acasalamento e às células germinativas (gametas) de cada sexo. A fisiologia e a psicologia masculinas encontram na fisiologia e psicologia femininas seu complemento natural e vice-versa.
  • Fecundidade: a união de dois indivíduos de sexo oposto é apta a produzir um novo indivíduo da mesma espécie.
Percebe-se que nada disso está presente na conjunção carnal entre dois homens ou entre duas mulheres. Falta a dualidade, a complementaridade e a fecundidade próprias do verdadeiro ato sexual. Os atos de homossexualismo são uma grosseiríssima caricatura da união conjugal, tal como foi querida por Deus e inscrita na natureza.

A ideologia de gênero pretende, porém, obrigar as crianças a aceitar com naturalidade aquilo que é antinatural. Tal ideologia distingue o sexo, que é um dado biológico, do gênero, que é uma mera construção social. Gêneros, segundo essa doutrina, são papéis atribuídos pela sociedade a cada sexo. Se as meninas brincam de boneca, não é porque tenham vocação natural à maternidade, mas por simples convenção social. Embora só as mulheres possam ficar grávidas e amamentar as crianças e embora o choro do recém-nascido estimule a produção do leite materno, a ideologia de gênero insiste em dizer que a função de cuidar de bebês foi arbitrariamente atribuída às mulheres. E mais: se as mulheres só se casam com homens e os homens só se casam com mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas a uma imposição da sociedade (a “heteronormatividade”). O papel (gênero) de mãe e esposa que a sociedade impôs à mulher pode ser “desconstruído” quando ela decide, por exemplo, fazer um aborto ou “casar-se” com outra mulher.

Em 2010, o Ministério da Saúde publicou a cartilha Diversidades sexuais[6] com o objetivo único de inculcar nos adolescentes e jovens a ideologia de gênero. A eles é ensinado que o homossexualismo é não uma desorientação, mas uma “orientação sexual”. E mais: que tal “orientação” é natural e espontânea, e não depende da escolha da pessoa!
Hoje já se sabe que ser gay ou lésbica não é uma opção, porque não implica uma escolha. O (a) homossexual não opta por ser homossexual, assim como o (a) heterossexual não escolhe ser heterossexual, o mesmo acontecendo com os (as) bissexuais. É uma característica natural e espontânea[7].
Essa afirmação, apresentada como certeza (“hoje já se sabe...”) é duramente atacada pelo psicólogo holandês Gerard Aardweg, especialista em comportamento homossexual:
O infantilismo do complexo homossexual tem geralmente sua origem na adolescência, e em grau menor na primeira infância. [...]. Não é, porém, durante a primeira infância que o destino do homossexual é selado, como muitas vezes defendem os homossexuais emancipistas, entre outros. Essa teoria ajuda a justificar uma doutrinação das crianças na educação sexual tal como: ‘Alguns de vocês são assim e devem viver de acordo com sua natureza’[8].
Ora, não há uma “natureza homossexual”, pois o homossexualismo é, em sua essência, um vício contra a natureza. Isso, porém, os ideólogos de gênero proíbem que se diga. Para eles, somente os preconceituosos se opõem às práticas homossexuais. Tal “preconceito”, que eles desejam que se torne um crime a ser punido[9], recebe o nome pejorativo de “homofobia”.

O Projeto de Lei 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020, trazia termos próprios da ideologia de gênero: “igualdade de gênero e de orientação sexual”, “preconceito e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”. O Senado Federal, porém, em dezembro de 2013, aprovou um substitutivo (PLC 103/2012) que eliminou toda essa linguagem ideológica e ainda acrescentou como diretriz do Plano a “formação para o trabalho e a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade” (art. 2º, V). De volta à Câmara, o projeto agora enfrenta a fúria dos deputados do PT e seus aliados, que pretendem retirar os “valores éticos e morais” e reintroduzir o “gênero” no PNE, a fim de dar uma base legal à ideologia que o governo já vem ensinando nas escolas.

Nem todos compreendem a importância e a extensão do problema. A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários.
É a própria família brasileira que está em jogo.

QUE PODEMOS FAZER?


1) LIGUE GRATUITAMENTE PARA O DISQUE CÂMARA 0800 619 619. Tecle "9"
Desejaria enviar uma mensagem para todos os deputados membros da Comissão Especial destinada a votar o Plano Nacional de Educação (Projeto de Lei 8035/2010):
Solicito a Vossa Excelência que mantenha longe do Plano Nacional de Educação as expressões "gênero", "igualdade de gênero" e "orientação sexual". Tal linguagem não é inócua, mas é própria da ideologia de gênero, que tem por fim destruir a família e massificar o ser humano, nivelando as diferenças naturais entre o homem e a mulher. As crianças e os pais agradecem.

2) ASSINE A PETIÇÃO CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO

Fonte: Próvida Anapolis


Jovem diagnosticada com morte cerebral desperta após família reunir-se para cantar hinos no hospital

Jovem diagnosticada com morte cerebral desperta após família reunir-se para cantar hinos no hospital
A família de uma adolescente com morte cerebral declarada pelos médicos acreditou que um milagre era possível e se reuniu para cantar hinos no quarto onde a jovem estava internada. O resultado do gesto de fé vem sendo noticiado pelos maiores portais de comunicação dos Estados Unidos: a adolescente despertou e já começa a arriscar algumas palavras.

A imprensa não titubeou em descrever o fato como um verdadeiro milagre, pois Lexi Hansen, 18 anos, estudante, tinha apenas 5% de chance de sobreviver quando deu entrada no hospital após ser atropelada enquanto andava de longboard.

“Quando a trouxe, os médicos deram-lhe menos de uma chance de 5% de sobrevivência”, disse Doug Hansen, o pai de Lexi. “Eles nos disseram para ligar para a nossa família e levá-los aqui rapidamente, porque ela não ia durar muito tempo”, acrescentou.

Com severos danos cerebrais, Lexi passou por testes que acusaram morte cerebral, mas os pais da jovem optaram por não desligar os aparelhos. Após vários dias, a jovem despertou no último domingo, 09 de março, enquanto seus familiares cantavam hinos ao seu redor.

“Nós tivemos a experiência mais incrível hoje”, escreveram seus familiares na fanpage “Ore por Lexi”, no Facebook. “Lexi abriu os olhos e os manteve aberto durante quase uma hora enquanto nós cantamos hinos a ela como uma família. Enquanto estávamos cantando, ela gesticulou ‘Eu te amo’, movendo o braço em torno de modo que todos pudessem ver. Ela, então, pegou as mãos de cada pessoa individualmente para que ela pudesse espremê-los. Dificilmente poderíamos cantar devido às lágrimas escorrendo pelo nosso rosto. Sabíamos que estávamos presenciando um milagre”, diz a nota.

A mãe de Lexi, Marcia Hansen, descreve sua filha como uma lutadora: “Cada dia é um milagre, todos os dias. Foi um zero por cento, quando ela foi encontrada, então de 1% no dia seguinte. Agora ainda há algumas coisas que não temos certeza de, mas quase tudo é positivo”, comemorou.

No dia seguinte ao despertar, Lexi teve o tubo de respiração retirado e agora já consegue respirar sem a ajuda de aparelhos. Segundo o LifeNews, ela começou a falar e iniciará a fisioterapia.

Fonte: Gospel +

sábado, 8 de dezembro de 2012

A árvore podre da Missão Integral


Pr. Gustavo Abadie
“Mas quando a Igreja Católica substituiu bispos progressistas por conservadores, começou a surgir a Missão Integral da Igreja, a versão evangélica da Teoria da Libertação — diz Robinson Cavalcanti” (1)
"Essa construção [esquerdismo] se retrai com a hegemonia do marxismo, para, posteriormente, vermos se disseminar entre nós a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral da Igreja. [...]
[...] A esquerda não morreu, mas renascerá sempre das cinzas. A Igreja Profética será capelã dessa gênese do novo. "As coisas velhas já passaram, mas eis que algo de novo está surgindo".  — Robinson Cavalcanti. (2)
Um escritor que se preze não esconde seu passado. Ao tratar de algum assunto que lhe foi pessoal, faz a chamada 'mea culpa' quando se acha em erro. Ao me determinar tratar da Teologia da Missão Integral e sua derrocada, tenho que reconhecer que fiz parte da ABUB na época da faculdade, que bati boca no fórum do MEP, e tentei ingressar na FTL-B e na FTSA. Sim, demorei para colocar a cabeça no lugar e abraçar o protestantismo reformado com todas as suas implicações. É a miséria de querer ser autenticamente 'latino-americano', igualzinho àquele perfeito idiota do livro.
Tenho me dedicado a exumar o cadáver do evangelicalismo brasileiro e encontro ao longo do caminho algumas pérfidas figuras. Robinson Cavalcanti foi uma delas. Já escrevi sobre ele anteriormente. Mas o que não abordei no texto anterior foi que ele participava de um amplo leque de organizações pára-eclesiásticas fundadas sobre a teologia da missão integral em seu documento-referência, o Pacto de Lausanne. Em sua companhia estão Ariovaldo Ramos, Valdir Steuernagel, Ziel Machado, Geter Borges, Ed René Kivitz, Ricardo Gondim, Alexandre Brasil Fonseca, Carlinhos Veiga, Jorge Barros, Carlos Queiroz, Julio Zabatiero, Wilson Costa, etc., todos amparados à distância por Orlando Costas, C. René Padilha, Samuel Escobar.
O curioso é que ao longo do tempo eu comecei a encontrar algumas conexões estranhas, veja Robinson Cavalcanti (daqui em diante somente RC): Ele foi assessor em tempo parcial da ABUB, esteve presente em Lausanne, depois ajudou a fundar a FTL e posteriormente o MEP. Todos movimentos "evangelicais", calcados no documento de Lausanne, dando expressão a um evangelho 'cucaracha' que se pretendia um evangelho integral. Ao buscar declarações de RC sobre a TMI encontrei algumas como as que exemplifiquei no começo do texto.
Uma outra conexão estranha foi quando Luiz Longuini publica um livro pela Editora Ultimato chamado o "Novo Rosto da Missão", onde, em resumo, propõe uma aproximação cada vez maior do CLAI (Conselho Latinoamericano de Igrejas) e a FTL, pois ao fim ao cabo as duas organizações estava engajadas na mesma missão. Para quem conhece o CLAI, sabe que ali há muito pouca coisa de bom, é um balaio de gatos onde igrejas imersas na Teologia da Libertação fazem de tudo um pouco, deste retiros de oração Taizé até Encontros Macro-Ecumênicos.
As organizações geradas pela TMI sempre se propuseram ser "um braço" da igreja evangélica brasileira no mundo. Vamos ver do que se compõe este braço, que no meu ponto-de-vista está mais para um parasita:
ABUB - Aliança Bíblica Universitária - Pretende ser uma organização evangelística "estudantecêntrica". O estudante recebe treinamento para evangelização pessoal ou em grupo na escola, na faculdade e no trabalho. Assim como Jocum e outras missões pára-eclesiásticas, ela recruta seus adeptos dentre membros da igreja evangélica. Cumpre de fato seu objetivo quando evangeliza, mas peca quando se torna espaço para namoro recreativo e murmuração contra as igrejas de origem. É aqui que começa a lavagem cerebral esquerdista, pois alguns estudantes e professores universitários têm bebido em Antônio Gramsci e dissimulado seu poderoso veneno desde o pico até a base da organização;
FTL - Fraternidade Teológica Latino Americana - Pretende ser uma organização voltada a pesquisa e o labor teológico por meio de grupos informais. Recruta para seus quadros especialmente estudantes e professores de teologia, bem como pastores que se identificam com as idéias de Lausanne. Um dos seus últimos encontros deu o que falar na web pois um dos celebrantes da ceia resolveu incluir limões e doce de leite para demonstrar o doce e o amargo da vida;
MEP - Movimento Evangélico Progressista (hoje Evangélicos pela Justiça) - Pretende ser um grupo que discute religião e políticas públicas. É um amplo leque de assuntos. Dão pitaco em tudo, desde a perspectiva da esquerda. O ex-secretário do MEP, Geter Borges, é uma das figuras mais curiosas, trabalhando na bancada do PT na Câmara Federal escreveu um artigo sobre  o sistema democrático de CUBA! Vê-se por aí o tipo de reflexão que é feita;
FTSA - Faculdade Teológica Sul-Americana - pretende ser um centro de educação teológica interdenominacional associada a FTL e criado pelos irmãos Barros, de Londrina. O que é de corte "latino-americano" passa por lá;
Editora/Revista Ultimato - é uma editora que existe há cerca de 40 anos e tem sido a principal parceira e promotora da TMI no Brasil, por sua revista mensal e em suas publicações editoriais.
Aliança Evangélica Brasileira - pretende ser uma rede de evangélicos e igrejas evangélicas que serve como representante e promotor da unidade destes.
Iniciativas nascidas das organizações acima e protagonizadas por membros delas (estudantes, pastores, teólogos, professores, todos evangélicos e a maioria de esquerda):
A Rocha - pretende "ser uma organização cristã ambiental que tem como vocação a educação ambiental, o trabalho com comunidades e a conservação." Seus principais quadros são ex-abuenses, promotora das Igrejas Ecocidadãs.
Igrejas Ecocidadãs - é uma iniciativa de "pessoas e organizações cristãs que se uniram para incentivar o envolvimento da igreja evangélica na temática socioambiental." Se denominando 'coletivo' tem participado de eventos como o RIO+20, Forum Social Mundial, auxiliando na implementação do discurso evangelistico do ambientalismo em consonância com a Teologia da libertação. Tem seu site hospedado pela editora Ultimato e tem como participante A Rocha;
Rede Fale - pretende ser "uma rede de pessoas que oram e agem contra a injustiça em nosso país e no mundo, com especial atenção para os aspectos econômicos e seus efeitos na desigualdade e na ampliação da miséria." Em princípio seu trabalho é nobre, distribuindo cartões para grupos de oração.
Mas o tom desta obra está na questão da "desigualdade social", uma pérola da esquerda socialista. Seus quadros são compostos em sua totalidade por ex-abuenses, que interajem com as igrejas ecocidadãs e outros órgãos da TMI.
E o que há de mal nisto? Onde está a podridão na árvore da TMI?
Em primeiro lugar, há um vício de origem. O problema está na confecção do documento no Congresso de Lausanne, pois houve uma tremenda disputa dos latino-americanos para pender o Pacto para o socialismo. Os rumos de tal movimento e de seu documento referência foram tão inoculados de veneno que até mesmo Billy Graham decidiu não mais apoiá-lo e nem assísti-lo, angariando inimigos como RC e seu séquito.
Em segundo lugar, essas organizações foram crescendo a revelia da igreja de nosso Senhor Jesus Cristo. Elas colaboram para a desordem eclesiástica existente na medida em que os pastores das ovelhas que eles recrutam não são consultados, cumprindo o propósito de desmoralizar a hierarquia existente. Por muitas vezes, os encontros e eventos tornam-se espaço para inoculação de idéias heterodoxas a vida de uma igreja saudável.
Por fim, existem membros destas organizações da TMI que resolveram ter aproximações, senão conluios, com a esquerda socialista do PT e seus satélites, buscando um "outro mundo possível", forçando assim a instalação do Reino de Deus na terra, clássico projeto da teologia da libertação.
Recomendo intensamente, aos que hoje militam ou que desejam militar nestas organizações, desliguem-se delas pois ela já não são o que eram, ou nunca foram. Voltem para as suas igrejas e sirvam lá. Escutem pastores que preguem o evangelho segundo os princípios da Reforma Protestante. Quem sabe haverá alguma esperança.
Notas:
1 - 31/08/2003 Jornal: O GLOBO Autor: Editoria: O País Tamanho: 302 palavras Edição: 1 Página: 18 Coluna: Seção: Caderno: Primeiro Caderno © 2001 Todos os direitos reservados à Agência O Globo - http://www.caiofabio.net/conteudo.asp?codigo=02889 em 09/11/2012;
2 - www.bibliapage.com/progress.html em 09/11/2012.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Ativista gay afirma que está disposto a pegar em armas contra cristãos que defendem a família natural


Em plena Câmara dos Deputados, ativista gay chama cristãos de “desgraçados”

Julio Severo
Num vídeo (http://youtu.be/8MbJgw6OaEw) divulgado pelo deputado Marco Feliciano (PSC-SP), um ativista gay declarou que, na meta de avançar sua ideologia, ele está disposto a pegar em armas contra os cristãos que defendem a família natural.
O vídeo foi gravado num seminário promovido pelo deputado federal, Jean Wyllys (PSOL-RJ), em plena Câmara dos Deputados.
No vídeo, um raivoso ativista do movimento homossexual, Márcio Retamero, que gosta de usar o título de “reverendo”, chama de “desgraçados” e de “fundamentalistas religiosos” os cristãos que defendem a família e a fé cristã.
Essa não é a primeira vez que o “Rev.” Retamero, que afirma ser pastor da Igreja Presbiteriana da Praia de Botafogo e da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro (Comunidade Betel), debocha dos cristãos. Em 2009, ele publicou um artigo intitulado “Carta Aberta a Júlio Severo - Homofóbico e Fundamentalista Religioso”, que segue a linha da sabotagem teológica pró-homossexualismo.
“Rev.” Márcio Retamero
Mas o “Rev.” Retamero não é universalmente anti-evangélico. Sua militância gay mostra respeito e admiração por evangélicos que, como ele, desprezam o conservadorismo evangélico.
Duas mensagens de Retamero demonstram sua grande alegria com o tabloide progressista Genizah:
“Parabéns, mil vezes, parabéns! Gostaria de ler um texto lúcido como o assinado por você em outros blogs na web. O Estado é Laico e a Igreja (no sentido calvinista do conceito) deve, para seu próprio bem, ser separada do Estado. Nós, LGBTs brasileiros e brasileiras, não queremos amordaçar ninguém… O problema é o desiquilíbrio de certos púlpitos e a falta de amor destes para com seres humanos e o elevado amor ao dinheiro como vocês aqui no Genizah denunciam sem piedade, no que fazem muito bem! Mais uma vez, parabéns! Oxalá os protestantes deste país pensassem como você! Rev. Márcio Retamero”. (Publicado em 9 de maio de 2011 às 00:31 no Genizah.)
“Graça e Paz! Gostei muito do seu artigo, ele me dá muita esperança no futuro, quando leio reflexões como essa que o sr. agora traz. Sou Pastor da Igreja Presbiteriana da Praia de Botafogo e da Igreja da Comunidade Metropolitana do Rio de Janeiro (Comunidade Betel) e sou gay assumido desde que não tive como mais permanecer na IPB por conta da minha orientação sexual e não OPÇÃO sexual, posto que eu e creio que nenhum outro LGBT OPTARIA por ser gay, caso isso lhe fosse oferecido como opção. Seu artigo me trouxe alegria não apenas enquanto pastor gay e de gays, mas enquanto ser humano gay, que não tem medo, nem vergonha de sê-lo, posto que não optei por isso, mas desde que me entendo como gente, sou assim. Homofobia é pecado sim! E obrigado por dizer isso com todas as letras! Saudações em Jesus Cristo nosso Rei, Salvador e Senhor, Rev. Márcio Retamero”. (Publicado em 19 de janeiro de 2012 às 14:10 no Genizah.)
O pastor “presbiteriano” gay tem razões de sobra para se desmanchar em elogios pelo Genizah: os dois se identificam com um calvinismo progressista e têm fobia, ódio, aversão, nojo e difamações para os cristãos conservadores que defendem a família.
Para o Genizah e sua quadrilha, o “Rev.” Retamero tem mil e um parabéns, abraços e beijos.
Para os cristãos “homofóbicos”, “fundamentalistas” e defensores da família natural, sua disposição é outra: uma arma para dar um jeito nos “desgraçados”.
Fonte: GospelPrime/ via Julio Severo.

Maior denominação presbiteriana dos EUA cada vez mais apoiando “casamento” gay

De acordo com uma pesquisa recente, mais pastores e membros da PCUSA estão aprovando o “casamento” gay

Julio Severo
Numa pesquisa feita pelos Serviços Presbiterianos de Pesquisa e publicada em outubro, o número de membros e pastores da PCUSA, a maior denominação presbiteriana dos EUA, apoiando sua denominação na redefinição do casamento aumentou.
Pastor presbiteriano com sua “esposa”
Em 2005, 23 por cento dos membros da PCUSA apoiavam o “casamento” homossexual. Em 2012, o número aumentou para 34 por cento. Entre os pastores, o apoio ao “casamento” homossexual era 35 por cento em 2005. Em 2012, esse apoio cresceu para 49 por cento.
“Esse resultado indica uma mudança geral nas opiniões em toda a denominação presbiteriana em poucos anos. A longo prazo, o efeito da mudança de geração será sentido: 75 por cento dos representantes consultivos jovens na Assembleia Geral apoiaram a redefinição do casamento”, escreveu Jack Marcum, coordenador dos Serviços Presbiterianos de Pesquisa.
O Dr. Paul E. Detterman, diretor-executivo da organização Presbiterianos pela Renovação, disse ao Christian Post que ele sentia que o apoio ao “casamento” homossexual na PCUSA tinha menos a ver com mentes mudadas e mais a ver com pessoas diferentes. Ele apontou para o grande número de conservadores que deixaram ou estão deixando a denominação. Em sua matéria original, o Christian Post chamou Presbiterianos pela Renovação de organização “conservadora”.
“Há um número grande de indivíduos e congregações conservadoras… que estão se desligando desses debates dentro da PCUSA ou que estão agora tencionando sair”, disse Detterman.
Presbiterianos pela Renovação foi fundada em 1988 com a meta de manter “um compromisso permanente de promover a justiça social e combater o sexismo.” O conceito de “conservador” entre os presbiterianos americanos parece permitir o presbiteriano híbrido com rótulo de “conservador”, mas com valores nitidamente esquerdistas, pois “justiça social” e “combater o sexismo” é meta tipicamente esquerdista.
A PCUSA começou com essa e outras metas, e está terminando num final herético com pastores gays e lésbicos e “casamentos” gays — sem mencionar seu apoio ao aborto e boicotes contra Israel.
Como é que um movimento de ditos conservadores pode manter uma meta se já é possível ver aonde essa meta levará?
Aliás, como é que um movimento dito conservador pode manter uma meta esquerdista?
Com esse tipo de “renovação” e “conservadorismo”, cedo ou tarde eles avançarão para o final herético, ainda que saiam da PCUSA.
O problema de se manter tempo demais numa instituição corrompida demais é que dificilmente se escapa ileso de contaminação, mesmo depois que se decide, tarde demais, sair da instituição.
Numa igreja presbiteriana de Orlando, Flórida, que deixou a PCUSA por causa da questão homossexual, o pastor incentivou os membros a votar em Obama. Esse caso me foi revelado meses atrás por um amigo que frequenta essa igreja de Orlando.
Obama é o presidente mais pró-homossexualismo da história dos EUA. Qualquer cristão que o apoie mostra fatalmente que seus valores foram corroídos.
Com sua meta de promover a justiça social e combater o sexismo ou sua disposição de votar em Obama, minha impressão é que os ditos conservadores presbiterianos mal saíram da PCUSA, mas já estão prontos para voltar.
Com informações do ChristianPost/ Via Julio Secero

domingo, 30 de setembro de 2012

VIDA E DIGNIDADE HUMANA (parte I)


Por Thácio Siqueira
BRASÍLIA, quinta-feira, 26 de julho de 2012 ( ZENIT.org ) - O debate sobre a Reforma Atual DO Código Brasileiro penal, com proposal de descriminalização do Aborto, etc, mostrando ESTA Que ESTAMOS vendo chegar AO Brasil Propostas de leis contrárias A Vida, à moral Cristã, e, filosoficamente contrárias AO Próprio Desenvolvimento e Progresso da Nação.
Pará ajudar debate Nesse ZENIT entrevistou o Dr. Ivanaldo Santos, doutor los Filosofia e autor de inúmeros Artigos em Revistas especializadas de Todo o Mundo, perguntado-LHE o significado da Vida, a Visto DESDE uma Filosofia.
O Dr. Ivanaldo Santos e filosofo, Pesquisador e Professor universitário. Publicou Mais de 70 Artigos em Revistas Científicas Nacionais e INTERNACIONAIS e TEM 8 Livros publicados.
Publicamos Hoje a Primeira Parte da Entrevista. A Parte Segunda Sera publicada Amanhã, dia 27 de Julho.
ZENIT: O Que E a Vida, filosoficamente Falando?
DR. Ivanaldo: Do Ponto de Vista estritamente da Filosofia NAO E se Possível Construir hum Conceito Fechado de Vida. Vale lembrar Que como tentativas de Conceitos fechados de Vida conduziram um Experiências trágicas, Como É O Caso dos Campos de Concentração nenhum regime nazista. Na Verdade Vida, ASSIM PODEMOS Falar, E a Manifestação Grande do  logos , Que engloba, Entre outras Coisas, um Biológica Dimensão, psicológica cultural, familiar, social e religiosa. Vida é o Mais Amplo e Complexo Movimento Que o SER HUMANO TEM Acesso.
ZENIT: A Vida é Propriedade Do Homem?
DR. Ivanaldo: Nos ultimos seculos, devido, emprega grande Medida, como Experiências oriundas fazer Capitalismo e fazer estatismo socialista, ma se foi por elas Muito a noção de Propriedade. Fala-se, POR Exemplo, in Propriedade privada, EM PROPRIEDADE e intelectual los Propriedade do Estado. Anos n.os ULTIMOS ESSA DISCUSSÃO Chegou ATÉ MESMO uma Humana VIDA. Com ISSO, Passou-se um discutir sobre a Propriedade de Medicamentos, Tratamentos de Doenças e ATÉ MESMO fazer genoma Humano. Do Além disso, É Preciso esclarecer Que contemporaneamente O Mundo vive hum NAS RELAÇÕES passe a retroceder trabalhistas e nn Direitos Humanos. Por exemplo a, temos o Retorno da Escravidão, uma Exploração de Mulheres para barbatanas balizas, São chamadas como  escravas fazer sexo , o trágico de Sangue e Órgãos Humanos, UMA POLÍTICA Agressiva de legalização do Aborto e fazer infanticídio, Dentro do Mercado de Trabalho ESTA Sendo Aceito largamente O Trabalho precarizado e semi-escravizado, Como o Que Acontece los muitas Fábricas nd China e other los paises Que, São apresentados, Como Modelos de Desenvolvimento Econômico. Dentro desse triste Quadro Passa um HAVER UMA VISÃO reducionista Que a Vida Simples hum E Objeto comercial, Uma Propriedade, Que, Como Toda Propriedade, ê Possível se vender e comprar. No entanto, um ontoética Realidade fazer SER HUMANO e Bem Diferente. O SER HUMANO E uma especie Única Capaz de refletir filosoficamente sobre si e sobre MESMA, uma Sociedade EO cosmo. Elemento E Capaz de Construir uma arte, uma poesia e Tudo Mais Que existe de belo e Sociedade nd sublime. Trata-se, POR conseguinte, de UMA grande Responsabilidade. A Vida Humana E hum patrimônio de Deus e de Toda a Sociedade. Por ISSO E Preciso valorizar TODAS como Formas e manifestações da Vida Humana, como, POR Exemplo, a Vida das Populações Pobres, de regions isoladas, de Mulheres los Risco de prostituição, dos Deficientes físicos, e fazer feto, o Bebê ainda não ventre da Mae. E POR ESSE Motivo Que NAO SE PODE aceitar e incentivar a Cultura da Morte, Uma Cultura Que TEM Como "Comércio" a venda da Morte parágrafo OS Seres Humanos. ESSA Cultura, OU UMA Melhor anti-Cultura, se manifestação, POR Exemplo, não Retorno da Escravidão, Na Exploração de Mulheres para barbatanas balizas, Na Tentativa de legalização do Aborto, da eutanasia, faça infanticídio de e barbaridades de outras.  
ZENIT: Em Ordem de importancia, qua Vida é Mais Importante: a Vida Humana OU um animal de Vida?
DR. Ivanaldo: Inicialmente E Preciso esclarecer Que TODAS como Formas de Vida devem Ser valorizadas, preservadas e respeitadas. Sem Dúvida Que OS maus Tratos de animais Selvagens de e Domésticos Nao aceitos devem ser. Nesse SENTIDO TEM havido no Mundo, inclusive no brasil, um Avanço nd Legislação de Proteção AOS animais. EntreTanto, E Preciso esclarecer Que a Proteção AOS animais Passa Pela Proteção e Valorização da Vida Humana. Em muitas ocasiões, o SER HUMANO É O Destruidor da Natureza e da Vida Selvagem, mas tambem è o promotor da Cultura, da Arte e da Própria Preservação da Vida animais. Do Ponto de Vista ontoético, a Vida Humana E Mais sublime e Mais especial que qué um animal Vida. E Claro Que devemos promover a Defesa da Vida animal, mas, POR Compromisso Ético, temos Que respeitar, promover e garantir condições socioculturais como de Desenvolvimento da Vida Humana. Neste SENTIDO a Vida Humana TEM Prioridade sobre a via animal. ISSO NAO significa Que Vamos Sair por ai Matando animais, mas, Pelo contrario, temos Que garantir um, Num Primeiro plano, a Dignidade da Vida Humana e, Num Segundo plano, um animal de Vida.Levando los Conta o Desenvolvimento Econômico e Científico do Mundo, Afirma-SE QUE HA condições Técnico-Científicas suficientes Pará Um Realização dessa Tarefa.    
Fonte: Zenit

Brasil: cobaia genética?


Por Lenise Garcia
Com atraso de quase 20 anos em relação às recomendações internacionais, e à publicação de leis de biossegurança em outros países, e depois de intensas polêmicas no Congresso Nacional, o Brasil finalmente publicou, em 2005, a Lei 11.105, que regulamenta o uso de organismos geneticamente modificados (OGMs) no país. É uma lei que poderia ser aperfeiçoada em muitos pontos, mas ao menos é uma lei.
Agora, a proposta de novo Código Penal feita por uma comissão de juristas para o Senado e apresentada como Projeto de Lei 236/2012 pelo senador José Sarney, traz em uma de suas últimas linhas um verdadeiro cavalo de Troia. Sem qualquer justificativa, entre as diversas leis ou artigos de lei que revoga, estão o § 3.° do art. 5.°, e artigos 24 a 29 da Lei de Biossegurança. Isso corresponde a toda a parte penal desta lei.
Deixariam de ter qualquer sanção penal, por exemplo, a comercialização de células-tronco embrionárias humanas e a utilização de embriões humanos em desacordo com o que dispõe o art. 5.º da lei (amplamente debatido também no STF, que liberou o uso dos embriões congelados há mais de três anos ou que fossem inviáveis). Também deixa de ter sanção penal a prática de engenharia genética em célula germinal humana, zigoto humano ou embrião humano, e a realização de clonagem humana.
Ainda ficariam sem punição a liberação ou descarte de OGMs no meio ambiente, em desacordo com as normas estabelecidas pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) e pelos órgãos e entidades de registro e fiscalização; assim como produzir, armazenar, transportar, comercializar, importar ou exportar OGMs ou seus derivados, sem autorização ou em desacordo com as normas estabelecidas pela CTNBio e pelos órgãos e entidades de registro e fiscalização.
Se aprovada, no novo Código Penal, essa absurda revogação, a CTNBio passaria a ser uma comissão fantasma, que produziria normas para não serem cumpridas, uma vez que não haveria qualquer sanção para quem as descumprisse.
O Brasil se tornaria um laboratório aberto para todos os tipos de experimentos genéticos, com possíveis consequências gravíssimas para a saúde humana e para o ambiente, além de abrir a porta para experimentos que desconsideram totalmente a dignidade humana, como a clonagem, a manipulação e o comércio de embriões.
Como agravante, o Brasil ainda não tem qualquer lei que regulamente a reprodução assistida. Embriões humanos podem ser produzidos em grande número e sem nenhum controle. Há enorme dificuldade em se fiscalizar o mau uso de algo (na verdade, alguém) que é literalmente invisível; se desse mau uso não resultar nenhuma sanção, é difícil imaginar até onde se pode chegar.
Essa questão tem estado ausente dos acalorados debates sobre a proposta de Código Penal por passar quase despercebida, uma vez que somente aparece como uma a mais entre inúmeras revogações que poucos terão tido tempo de estudar. Por isso, é importante que todos os que compreendem a gravidade da ausência de biossegurança, nas suas variadas vertentes, façam ouvir a sua voz para evitar esse absurdo.
Ficam também as perguntas: a quem interessa que o Brasil se torne uma terra sem lei para experimentos genéticos? Como surgiu a revogação desses artigos na comissão de juristas? Que outras surpresas ainda nos aguardam nas minúcias desse projeto de lei com mais de 500 artigos que está tramitando a toque de caixa em um Congresso esvaziado pela campanha eleitoral?

Lenise Garcia é professora do Instituto de Biologia da Universidade de Brasília (UnB).


Secretário-Geral da ONU Desafia Países-Membros da ONU na Questão de Direitos LGBT e Direitos Reprodutivos


Dr. Stefano Gennarini
GENEBRA, Suíça, 21 de setembro (C-FAM) Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, provocou polêmica na semana passada quando disse às nações no Conselho de Direitos Humanos que colocassem os direitos lésbicos, gays, bissexuais e transexuais e os direitos reprodutivos no plano de frente da agenda de direitos humanos da Organização das Nações Unidas.
Ban Ki-moon se dirigiu às delegações da ONU na abertura da 21ª sessão regular do Conselho de Direitos Humanos, aplaudiu o trabalho do Conselho em 2012, e disse que “de modo particular, recebo de braços abertos a discussão intergovernamental pioneira e histórica, em março deste ano, sobre discriminação e violência com base na orientação sexual e identidade de gênero”.
O secretário-geral estava se referindo a uma discussão de painel muito polêmica sobre direitos LGBT que ocorreu durante a última sessão regular do Conselho de Direitos Humanos. Dezessete dos 47 estados que são membros do Conselho de Direitos Humanos saíram de repente do painel de especialistas.
Naquela ocasião, Saeed Sarwar, um delegado que falava no nome da Organização de Cooperação Islâmica que representa 57 países na África, Ásia e Oriente Médio, pediu que o Conselho de Direitos Humanos parasse totalmente de cogitar a questão.
Mas na semana passada Ban Ki-moon disse no Conselho de Direitos Humanos que a discussão do painel em março “deveria ser um evento para ocorrer mais vezes”. Ele também disse: “Exorto vocês a aprofundarem seu engajamento nessa questão de modo que a proteção e a dignidade realmente alcancem todos os membros da família humana”.
Os promotores de direitos LGBT têm tentado, até agora sem êxito, tornar a orientação sexual e a identidade de gênero categorias de não discriminação nas leis internacionais desde a década de 1990, afirmando que as proteções existentes de direitos humanos que se aplicam igualmente a todos os indivíduos são insuficientes.
Está havendo um aumento nas pressões sobre os países que veem a conduta homossexual e outras práticas sexuais como desvios. A atitude do secretário-geral de promover direitos LGBT tem sido frequente e insistente desde que seu segundo mandato começou há exatamente um ano. Além da burocracia da ONU, as pressões estão vindo do Departamento de Estado dos EUA, do Ministério das Relações Exteriores da Inglaterra e de vários países europeus que estão promovendo direitos LGBT na comunidade internacional.
A insistência de Ban Ki-moon de que “Precisamos lutar pelos direitos das mulheres, inclusive seus direitos reprodutivos”, também pareceu ser um golpe direto nas nações com sociedades tradicionais que estão resistindo às pressões de governos ocidentais e funcionários da ONU para liberalizar as políticas públicas das sociedades.
O termo “direitos reprodutivos” foi rejeitado de cara pelos países-membros da ONU durante as negociações do mais recente e importante documento político da ONU, na Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, precisamente porque o termo se tornou muito associado com o aborto.
A Assembleia Geral da ONU formou o Conselho de Direitos Humanos em 2006 para substituir a Comissão de Direitos Humanos. A comissão, funcionando sob o Conselho Econômico e Social da ONU, foi desacreditada por negligências em sua missão de destacar os abusos generalizados de direitos humanos, e por buscar a atenção e aplausos de nações consideradas violadoras de direitos humanos.
Fonte: Friday Fax tradução Julio Severo

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Blog Julio Severo sob ataque


Blog Julio Severo é denunciado como propagador de vírus

Julio Severo
Quer melhor maneira de afastar as pessoas do que assustando-as com uma ameaça de vírus? Não, não é do vírus da AIDS de que estou falando, embora esse vírus se sinta especialmente à vontade entre os supremacistas gays.
Estou falando do novo golpe aplicado contra meu blog e contra seus leitores.
Logo ao acordar, fui inundado de mensagens de leitores me informando que não conseguem acessar meu blog. Navegadores, como o Firefox, estão dizendo aos internautas que meu blog foi bloqueado porque “foi denunciado como uma página de ataque…”
Vejam só a inversão. Em vez de dizerem que meu blog está constantemente sob ataques, espantam os internautas indicando que meu blog é uma ameaça de ataque a eles.
É um golpe baixo. Digno do caráter dos que o fizeram.
Se eu estivesse ainda no Brasil, poderiam talvez chegar ao ponto de chamar a Polícia Federal, dizendo que cometi algum crime, apenas para me ver com problema. Pelo menos, esse é o golpe que estão aplicando nos ativistas pró-família americanos.
Só não aplicaram e não podem aplicar esse golpe em mim porque não têm meu endereço. E porque não estou no Brasil. E também porque lhes falta a inteligência maligna de seus mestres gays americanos.
Contudo, é publicamente notório que os supremacistas gays, e até mesmo o governo dos Estados Unidos, veem meu blog como ameaça à agenda gay.
O que você pode fazer para combater a mentira de que o Blog Julio Severo representa uma ameaça?
Clique em “Ignore this warning” e depois em “This isn´t an attack site…”