quinta-feira, 12 de junho de 2008

A grande desmobilização: O que está em jogo nos acordos envolvendo o PLC 122/2006

Como as alianças evangélicas com Lula podem neutralizar a mobilização cristã contra os projetos anti-homofobia

Por Julio Severo

O que é hoje conhecido como o PLC 122/2006 foi aprovado com muita facilidade na Câmara dos Deputados em 2006, mas não porque a maioria do povo brasileiro ou a maioria dos parlamentares o apoiou. A aprovação foi garantida graças a manobras que colocaram o projeto sorrateiramente em votação num dia em que os parlamentares pró-homossexualismo se programaram para votar, sem a presença da oposição. A bancada evangélica foi pega desprevenida.

Em seguida, o projeto foi para o Senado, onde os parlamentares pró-homossexualismo achavam que, com mais manobras, mais desatenção da bancada evangélica e mais apoio do governo Lula, a aprovação estaria novamente garantida.

Conscientização cristã freia manobras esquerdistas

Entretanto, os planos esquerdistas de continuar passando a perna nos outros sofreram um imprevisto impressionante. Depois que as ameaças do PLC 122/2006 foram reveladas ao público, católicos e evangélicos se uniram numa grande mobilização popular, pressionando os senadores para votar contra o projeto.

Os senadores, que em sua maioria estavam prontos para aprová-lo, começaram a voltar sua atenção aos interesses dos eleitores que, por emails e telefonemas, manifestavam a preocupação de que o PLC 122/2006 é uma medida ditatorial para reduzir, entre muitos outros direitos, o direito de alguém ter uma posição filosófica, moral, médica ou religiosa contra o homossexualismo.

Juristas declaram: projetos de lei anti-homofobia são inconstitucionais

Com a preocupação e ação popular, manobra após manobra esquerdista falhou. Cada vez que havia uma tentativa de votar o projeto, o povo se manifestava de todos os lados. A atuação popular foi decisiva e fundamental, pois o PLC 122/2006 — com a desculpa “inocente” de apenas garantir proteção a quem pratica o homossexualismo — representa uma das maiores violações de direitos fundamentais que o Brasil já viu.
O Dr. Zenóbio Fonseca, professor de direito, comenta:

"Os projetos anti-homofobia tentam estabelecer no Brasil uma legislação que muito
se assemelha aos Estados totalitários, criminalizando qualquer opinião contrária
a determinado comportamento social, limitando liberdades individuais e coletivas
em suas manifestações de consciência e de crença, retirando livros de
circulação, proibindo a veiculação de programas de rádio e televisão com temas
contrários ao homossexualismo e, inclusive, suspendendo as atividades de pessoas
jurídicas”.


O Dr. Fonseca prossegue:

“O PLC 122/2006 poderá trazer sérios conflitos jurídicos para as entidades
religiosas cristãs, seus líderes e membros no Brasil, pois os mandamentos e
princípios que a Bíblia defende são contrários aos valores, ensinamentos e
doutrinação referentes à orientação sexual, que é apenas um dos muitos termos
para designar e proteger o homossexualismo”.
Além disso, leis contendo termos como orientação sexual e identidade de gênero colocam o homossexualismo não como simplesmente comportamento, mas como questão ligada à dignidade da pessoa humana. Daí, torna-se legalmente impossível e até perigoso um cidadão assumir uma posição bíblica contra algo que recebe o rótulo de “dignidade da pessoa humana”.

Sendo a expressão “orientação sexual” oficialmente consagrada em lei, terá início um processo de desconstrução legal e social, onde referências de crime, pecado e doença serão extintas, proibidas e censuradas de suas ligações notórias e antigas com todos os tipos de comportamentos homossexuais. Essa perversa desconstrução trará como conseqüência a criminalização de atitudes e opiniões contrárias ao homossexualismo, o qual será legalmente protegido como direito humano inalienável, superior ao direito de livre expressão e superior até mesmo ao mandamento de Deus na Bíblia condenando as práticas homossexuais.

O Dr. Luiz Carlos Lodi da Cruz, que é padre, advogado e ativista pró-vida, dá exemplos das super-desigualdades que o PLC 122/2006 imporá:
“A injúria — que já é crime — será um crime especial, punível com reclusão de 1
a 3 anos e multa, se cometida contra alguém em razão de seu comportamento
homossexual (cf. art. 10). A dispensa de um empregado sem justa causa — que não
é crime — passará a ser crime punível com 2 a 5 anos de reclusão se o empregado
for homossexual e se for dispensado em razão de atos de homossexualismo (cf.
art. 4º). A proibição de ingresso ou permanência de alguém em um estabelecimento
aberto ao público será crime punível com 1 a 3 anos de reclusão se a pessoa
impedida for homossexual e se a causa do impedimento for sua conduta homossexual
(cf. art. 5º). Que significa isso? Que além dos direitos fundamentais garantidos
pela Constituição Federal a todas as pessoas, os praticantes do homossexualismo
terão direitos em virtude do homossexualismo por eles praticado. O projeto
pretende dar aos homossexuais direitos, não na qualidade de pessoa, mas na
qualidade de homossexuais. Ora, o homossexualismo (entendido como prática da
conjunção carnal entre pessoas do mesmo sexo) é um vício contra a natureza, que
não pode acrescentar direito algum a alguém”.

Público bem informado provoca impacto no Congresso Nacional

Dr. Fonseca, Dr. Lodi e outros juristas muito ajudaram a alertar o público sobre os perigos do traiçoeiro projeto de lei. Todos esses esforços não foram inúteis, pois a conscientização popular provocou uma avalanche de contatos ao Senado Federal. Desde dezembro de 2007, o Alô Senado (0800-612211) já recebeu mais de 36 mil chamadas de todas as partes do Brasil para comentar o PLC 122/2006, a vasta maioria contra o projeto. Só em abril de 2008, houve 17.530 ligações, o que representa 37% do total de pessoas que telefonaram para comentar projetos de lei, tornando o PLC 122/06 a preocupação número 1 do público brasileiro.

Enquanto cresce o desespero esquerdista para aprová-lo, cresce também a manifestação contrária da população. O último embate para aprová-lo em maio, com forte pressão do governo petista, trouxe posições diferentes da bancada evangélica.

Marcelo Crivella, bispo licenciado da IURD, deu parecer pela aprovação, apresentando dez emendas. Contudo, o Senador Magno Malta votou pela rejeição total do PLC 122/2006, pois ele viu no projeto “cerceamento da liberdade de expressão”, uma posição que está de acordo com a vontade da maioria dos eleitores fazendo contato com o Senado.

Sobre esse recente embate, a Agência Senado noticiou:

No entender de Crivella, as penalidades incorporadas ao projeto são
“draconianas”, porque, notou, um simples olhar, uma atitude ou apenas uma frase
dirigida a um homossexual, poderão ser interpretadas como ato de constrangimento
de ordem moral. O outro voto em separado foi apresentado pelo senador Magno
Malta (PR-ES). Ele considerou o projeto inconstitucional.

Acordos nos bastidores?

Na opinião de Fátima Cleide, a senadora esquerdista que ocupa hoje a posição de relatora do PLC 122/2006, o projeto deve ser aprovado com rapidez porque, durante os dois anos em que está sendo discutido no Congresso Nacional, mais de cem homossexuais foram assassinados. Ela porém não mencionou que, também nesses dois últimos anos, mais de 100 mil cidadãos brasileiros foram assassinados. Ela também se esqueceu de citar que o estilo de vida de prostituição e drogas grandemente contribui para a violência que os homossexuais sofrem, muitas vezes de seus próprios parceiros homossexuais.

De acordo com a Agência Senado, Cleide afirmou “estar otimista com um acordo com o senador Marcelo Crivella e com os movimentos religiosos, especialmente os evangélicos, e acredita que a proposta pode ser aprovada no Senado e sancionada pelo presidente da República até o final deste ano”.

Seria difícil Cleide, que é aliada de Lula, negociar com uma bancada evangélica composta por evangélicos pró-Lula? A posição dos evangélicos pró-Lula é não entrar em choque com o governo com o qual estão aliados.

De acordo ainda com a Agência Senado, “Fátima Cleide ressaltou que, pelo acordo já acertado com o governo e com movimentos sociais, os pontos do texto em que houver divergência serão vetados pelo presidente da República quando a proposta for à sanção”.

Enquanto a população católica e evangélica se mobiliza pela rejeição do nocivo projeto, acordos são feitos nos bastidores, com a esperança de que Lula vetará os pontos polêmicos. Não se sabe que tipo de acordo Cleide está fazendo, mas por duas vezes Toni Reis, presidente da ABGLT, teve contato pessoal com representantes da bancada evangélica, para uma negociação. Um acordo garantirá que o projeto, mesmo amenizado, seja aprovado.

Mesmo que por algum motivo estratégico Lula vetasse alguns trechos do PLC 122/2006, nada impedirá que mais tarde a lei aprovada sofra alterações piores, pois Lula não só manifestou ser favorável à criminalização da homofobia, mas mas também expressou que a oposição ao homossexualismo é uma “doença perversa”. Além disso, seu governo é autor do programa federal Brasil Sem Homofobia, realizou a primeira conferência gay do Brasil e do mundo financiada pelo Estado e introduziu resoluções pioneiras na ONU e OEA classificando o homossexualismo como direito humano inalienável. Com toda a postura explícita do governo Lula a favor do homossexualismo, que tipo de receio Fátima Cleide poderia ter ao fazer acordos, mesmo com a bancada evangélica?

Como não entrar em choque com o governo Lula?
Na mente dos parlamentares evangélicos pró-Lula a pergunta importante não é: “Como derrotar completamente a ameaça dos projetos anti-homofobia?” A pergunta deles é: “Como agradar ao povo evangélico sem entrar em choque com o governo Lula e sem deixar de aprovar todas as leis anti-preconceito?”

Enquanto na população tanto católicos quanto evangélicos querem a total destruição dos projetos anti-homofobia, os líderes cristãos que representam a oposição a esses projetos procuram manobrar a mobilização popular de forma que seus interesses e alianças políticas não sejam prejudicados. Ninguém está disposto a se sacrificar ou sacrificar suas próprias alianças por amor a Jesus e a sua justiça.

Do lado dos grupos de militantes homossexuais, a preocupação é com a mobilização do povo cristão do Brasil. Eles sabem que têm o governo Lula de seu lado, o qual lhes garante financiamento através de nossos impostos. Eles sabem também que a maioria dos senadores está pronta para aprovar sua ambicionada lei anti-homofobia. Mas ao mesmo tempo, eles questionam: de que adiantará a aprovação se o povo do Brasil sair às ruas e iniciar uma desobediência civil em massa? De que forma obter uma aprovação sem despertar a reação da maioria da população do Brasil?

O primeiro passo é eles conseguirem uma negociação, num processo burocrático, cansativo e desgastante, onde as leis anti-homofobia serão suavizadas a fim de facilitar sua aprovação. Com a aprovação, metade do problema está resolvido. A outra metade eles resolvem pacientemente ou não depois.

Conseqüências inevitáveis

Entretanto, cedo ou tarde, as conseqüências virão. A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) já sinalizou que se um pastor for excluído do ministério só porque se descobriu que ele é gay, a exclusão tem de ser considerada crime de preconceito. É nesse ponto que a lei anti-homofobia entrará em ação.

Para Cleide, o PLC 122/2006 evitará que “a opinião de uns gere prejuízos aos direitos de outros”. É inegável que as opiniões mais fortes e insistentes contra o homossexualismo têm origem na Bíblia Sagrada. Então, são essas opiniões que estão gerando prejuízos e até matança de homossexuais? Se acreditarmos na ideologia anti-“homofobia”, teremos de aceitar a ficção de cristãos saindo de igrejas matando prostitutas, drogados, ladrões, adúlteros e homossexuais depois de ouvirem um pastor ou padre pregando contra a prostituição, drogas, roubos, adultério e homossexualismo. E as igrejas estão sempre alertando e pregando contra esses pecados.

Mesmo sendo apoiador de Lula, Magno Malta declarou sabiamente: “Proponho aos senadores que o PLC 122/06 morra no ninho. Não sei nem por que passou na Câmara. Da maneira como está posto, estamos instituindo uma ditadura homossexual no Brasil”.

Os pecados dos líderes evangélicos e a opressão da militância homossexual
Contudo, a pergunta que fica é: como é que a maioria cristã do Brasil está sob a ameaça violenta de uma minoria apoiada pelo governo mais corrupto da história do Brasil?

Num artigo que escrevi em 2007 intitulado "Impotência cristã diante da militância homonazista", relatei como a Bíblia mostra bem claramente que quando seu povo está em pecado, Deus permite que um número pequeno de indivíduos persiga a maioria. Não é exatamente isso o que está acontecendo no Brasil, onde o governo vem usando as minorias para impor uma ditadura sobre a maioria?

"Impotência cristã diante da militância homonazista" revela como os pecados dos líderes cristãos do Brasil estão facilitando o caos que o Estado laico-louco está impondo no Brasil. Tal caos social, provocado por esquerdistas utópicos, vai tornar necessário um controle cada vez maior dos cidadãos, tornando todos escravos do Estado.

Eu já escrevi muitos artigos contra o pecado homossexual, e tenho até um livro chamado O Movimento Homossexual, publicado há dez anos pela Editora Betânia, uma das maiores editoras evangélicas do Brasil. Embora tenham muitas queixas contra mim há muitos anos, os ativistas gays nunca enviaram meu livro ou esses artigos para a justiça federal.

Contudo, quando escrevi "Impotência cristã diante da militância homonazista", os militantes gays ficaram irados com o fato de que denunciei que o movimento homossexual está crescendo por culpa dos pecados dos líderes cristãos. Aliás, eles ficaram tão revoltados que Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros), enviou uma cópia desse artigo ao Ministério Público Federal pedindo tomada de providências contra mim.

Toni Reis é o mesmo ativista gay que por duas vezes se encontrou com a bancada evangélica para tentar um acordo. Ele é o mesmo militante que, ao pedir a aprovação da união civil de pessoas do mesmo sexo e a criminalização da homofobia, foi aplaudido por Lula em 5 de junho de 2008. Apesar de todo o imenso apoio do governo Lula, Toni se queixa que, das ligações que o Senado recebeu de dezembro de 2007 até maio de 2008 sobre o PLC 122/2006, mais de 80% são para expressar opiniões contrárias ao projeto.

PLC 122/2006: negociar o mal ou eliminá-lo pela raiz?

O único caminho para vencer o mal é derrotá-lo, não amenizá-lo. Por isso, o aviso que o Pe. Lodi dá é extremamente importante se queremos evitar que o governo Lula estabeleça uma ditadura homossexual no Brasil:

O núcleo do PLC 122/2006 é que ele, pela primeira vez na história legislativa
brasileira, pretende dar direitos ao vício. Os pecadores têm um lugar especial
no Cristianismo. Jesus disse textualmente: “Não são os que têm saúde que
precisam de médico, mas sim os doentes. Com efeito, eu não vim chamar justos,
mas pecadores” (Mt 9:12-13). Ele, que acolheu a mulher adúltera que estava para
ser apedrejada (Jo 8:2-11) e o ladrão que fora crucificado ao seu lado (Lc
23:39-43), não rejeitaria um homossexual arrependido. Certamente, Ele o
perdoaria dizendo: “Vai, e de agora em diante, não peques mais” (Jo 8:11). O
auxílio que Jesus veio trazer aos pecadores é libertá-los do pecado. Afinal,
disse Ele, “quem comete pecado é escravo” (Jo 8:34). O PLC 122/2006 pretende não
libertar os homossexuais, mas consolidar sua escravidão. Longe de estimular uma
verdadeira mudança de conduta, o projeto pretende glorificar o vício contra a
natureza. Numa total inversão de valores, ele pretende que sejam punidos como
criminosos aqueles que censuram o comportamento antinatural. O PLC 122/2006 não
é uma árvore em si boa, mas com alguns ramos muito altos, que precisam ser
podados. É uma erva daninha, que precisa ser extirpada pela raiz. O erro do PLC
122/2006 não está nos meios que pretende usar para defender uma boa causa. O
erro do projeto está em seu próprio fim: dar direitos ao vício. Por isso, é
inútil fazer emendas para tentar aproveitar alguma coisa. É preciso rejeitá-lo
totalmente.


O grande problema é: as alianças com Lula permitirão que a liderança evangélica assuma essa postura?

Desfazendo alianças profanas e estabelecendo a Aliança certa

O PLC 122/2006 e outros projetos anti-homofobia — sem mencionar projetos de aborto — são de autoria de deputados do PT, o partido esquerdista de Lula. A própria relatora do PLC 122/2006, Senadora Fátima Cleide, é do PT e preside hoje a Frente Parlamentar em Defesa da Cidadania GLBT. O próprio Lula já declarou "que fará o possível para que a criminalização da homofobia".

O governo federal, juntamente com minorias sedentas de sangue e poder, está se levantando como um imenso Golias para desafiar e mudar as leis, transformando o bem em mal, a luz em trevas e vice-versa. A chave da vitória para libertar o Brasil da tirania dos militantes esquerdistas e gays está na liderança cristã. A chave está em fazer uma Aliança séria com Jesus Cristo como Supremo Governante e em desfazer as alianças com Lula.

Os políticos evangélicos que lideram no Congresso Nacional a luta contra o PLC 122/2006 são o Senador Marcelo Crivella, Senador Magno Malta, Dep. Manoel Ferreira e Dep. Robson Rodovalho. Todos eles, e muitos outros, apoiaram Lula — o rei Acabe do Brasil — na eleição e reeleição presidencial. Com tal aliança profana, como esperar que a ameaça do PLC 122/2006 e de outros projetos anti-homofobia seja efetivamente eliminada?

Com tal aliança profana, como esperar que não haja acordos? Uma negociação não eliminará completamente os perigos do projeto, mas ajudará a desmotivar católicos e evangélicos de grandes manifestações que entrem em choque com o governo Lula. Por isso, o grande risco é a liderança evangélica pró-Lula, a qual segue a linhagem política dos crentes pró-Acabe e pró-Jezabel do passado.

Semanas atrás estive com um dos maiores líderes evangélicos do Brasil. Nesse importante encontro, eu sugeri o que é necessário fazer para vencermos essas ameaças. Em essência, o que eu disse é que os líderes evangélicos precisam pedir perdão público e claro pelo grave pecado de apoiar para presidente um dos homens mais ímpios do mundo hoje.

Depois do arrependimento, será possível convocar o povo de Deus em Brasília para um encontro nacional e esperar a visitação do Senhor Jesus.

É fundamental desfazer as alianças com o rei Acabe, se arrepender diante de Deus e fazer uma Aliança com o Senhor Jesus Cristo.

Depois, o avivamento virá. Depois que o avivamento chegar, não só outros líderes católicos e evangélicos poderão cair em profundo arrependimento, mas também — quem sabe? — o próprio governo Lula e os ativistas homossexuais.

Escravos de um Estado totalitário e pervertido ou instrumentos de reavivamento?

Uma das grandes tragédias de hoje é que os políticos podem usar causas sociais supérfluas unicamente para fazer propaganda de seus nomes ou para promover suas ideologias. Assim é que o Estado brasileiro, já inchado com uma imensa massa gordurosa de leis desnecessárias, encontra-se, por causa de políticos oportunistas e exibicionistas, sempre em perigo de engordar mais com leis que, além não terem benefício real para toda a população, ainda provocam mais despesas aos trabalhadores do Brasil, que são obrigados a sustentar sacrificialmente todos os mandos e desmandos do Estado e seus políticos.

No caso das leis anti-homofobia, a maioria cristã do Brasil terá de arcar com despesas abusivas para a manutenção e implementação de medidas estatais que castigarão como criminoso todo cidadão inocente que paga imposto e cujas convicções filosóficas, morais, éticas, médicas ou religiosas o impede de se prostrar diante do altar da normalidade homossexual imposta pelo Estado. Por isso, se não lutarmos hoje contra os males do governo Lula, seremos escravos sustentadores de suas tolices.

A população cristã do Brasil está com toda a justiça revoltada e pronta para sair às ruas para se manifestar contra os projetos anti-homofobia. Mas as alianças, acordos e pecados dos líderes evangélicos poderão neutralizar uma mobilização eficaz em massa contra o pecado consagrado em lei.

Com o avivamento verdadeiro vem a percepção de que o pecado é vil e deve ser evitado e combatido e que Jesus ama os pecadores e quer libertá-los.

Que tal avivamento atinja em cheio os cristãos e seus líderes, o governo Lula e os militantes homossexuais.

Fonte: www.juliosevero.com

Um comentário:

bebeto_maya disse...

Caro Zenóbio.

Tive durante minha vida algumas tendências homossexuais, que consegui refrear na adolescência. E hoje confesso, não me atrai nem um pouco o sexo "pró".Não posso dizer que fui "curado", simplesmente decidi-me por uma sexualidade racional e heterossexual, não sentindo nada além de repulsa pela sexualidade "pró".

A sexualidade pode sofrer revés ao longo da vida, penitenciários se engajam em condutas homossexuais, mesmo sendo heterossexuais. Do mesmo modo, o inverso ocorre. Assim sendo a história de que ex-gay não existe é pura balela, porque a própria definição da sexualidade leva tempo para ser posta em pauta.Agora, afirmar que cristãos matam gays, é mentira, quem mata gays são assassinos e não cristãos.