sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Igreja na Florida usa milhares de cruzes para protestar contra o aborto nos Estados Unidos



Uma pequena igreja da Flórida resolveu protestar contra o aborto e colocou 4.000 cruzes  brancas em seu gramado para chamar a atenção para o número assustador de abortos cometidos todos os dias nos Estados Unidos.
Motoristas e moradores da Gilchrist County, uma rodovia movimentada, se surpreenderam com o protesto que também estava promovendo o filme anti-aborto chamado “180″, lançado neste mês.
Quatro faixas traziam a inscrição “4000 bebês assassinados a  Cada Dia -. Cada Cruz = Uma Criança a cada dia” e ao fundo tentam direcionar as pessoas para o website do filme www.180movie.com
“O Senhor colocou isso em meu coração há três anos. Eu tive que ir por partes”, conta o pastor Keith McConnell, líder da igreja. Ele disse que foi chamado por Deus para diminuir esses números tão elevados de aborto no país. Dados estimam entre 3.300 a 4.000 abortos por dia.
As cruzes foram postas no dia 1º de outubro e a população tem dado respostas favoráveis sobre esse protesto. “A maioria está dizendo coisas como, ‘Uau, eu nunca imaginei que fossem tantas [vidas perdidas pelo aborto]“, diz o pastor.
Ele acredita que com isso as pessoas ficarão curiosas e assistirão ao filme.
“Acreditamos que podemos fazer a diferença”, disse McConnell. “Estamos em uma cidade pequena, mas estamos localizados em uma das estradas principais da cidade. É a rua principal do município”, diz.
O próximo passo de McConnell é juntar dinheiro para  dar  um  DVD de “180” a todos em Trenton, que tem uma população de 1.400 pessoas. Esse filme foi lançado também na primeira semana de outubro e na primeira semana alcançou a marca de 500 mil expectadores.
“Eu acho que é uma  boa ferramenta de  ensino para a igreja. Ele ajuda as pessoas a realmente entender  os horrores do aborto “, disse McConnell. “Ele (Comfort – diretor do longa) descreve uma situação real para as pessoas que, onde  eles tinham que tomar  uma decisão baseada em escolhas e, em seguida, a  mesma decisão em relação ao aborto”, encerra o pastor.
Fonte: Gospel Prime

Supremo Tribunal iraniano anula sentença de morte para Yousef Nadarkhani



Nesta segunda-feira, 10, seria divulgada a sentença de YOUSEF NADARKHANI que poderia ser condenado à morte por não negar a Jesus. Mas a Suprema Corte do Irã anunciou em um comunicado que o veredicto contra o pastor foi anulado e o processo foi enviado para o tribunal local para ser revisto e completado em alguns pontos.
O comunicado dizia que “após a conclusão e eliminação de defeitos, o veredito deve ser emitido novamente, se o acusado recorrer o caso será enviado novamente para Suprema Corte e então a sentença final será emitida”.
Em uma entrevista coletiva o Procurador-Geral do país, Gholamhossein Mohseni Eje’ei, disse que “nenhum veredito foi emitido sobre este caso. O caso ainda está no nível de investigação e está aberto. Claro que o acusado tem o direito de apelo a todos os níveis da investigação, mas o inquérito sobre este caso ainda não foi finalizado “.
O advogado do pastor iraniano, Mohammad Ali Dadkhah, disse que o caso foi encaminhado para Khamenei [Líder Supremo], algo incomum que lhe dá esperança de que a sentença de morte seja derrubada em consonância com os acordos internacionais iranianas. “Foi dito a alguns colegas nossos, na cidade de Rasht, que a decisão final depende fortemente da Fatwa do Líder Supremo Khamenei”, disse.
Fonte: Gospel Prime 

Cristão Urgem Ação Contra Entretenimento Oculto de Vampiros


Fãs do Twilight devem dar um passo atrás e repensar em sua paixão por vampiros, o recente aparecimento em atividade oculta em todo o mundo está alarmando alguns estudiosos cristãos.
twilight
Mais do que somente uma fascinação, a juventude hoje se tornou fixada nos temas de entretenimento popular como vampiros, fantasmas e bruxas, levando seus interesses ao extremo.
Poucos meses atrás, um adolescente de 19 anos alegou que tinha que alimentar vampiros de 500 anos de idade, invadiu a casa de uma mulher, jogou-a contra a parede e tentou sugar seu sangue.
Um outro caso na Flórida envolveu uma adolescente que foi acusada de juntamente com outros quatro bater em um jovem de 16 anos até a morte. Eles faziam parte de uma seita de supostos vampiros, com uma adolescente híbrida que chamava a si mesma vampira/lobisomen híbrida.
“Os psicólogos têm a percepção de como as mulheres em geral tem o desejo de força em homem, mas poucos teriam imaginado como essa necessidade natural e substitutiva de jovens mulheres poderia ser usada em tempos modernos para seduzí-los de sua inocência usando criaturas misteriosamente fortes e eternas descritas em livros populares e filmes como Twilight, New Moon e Eclipse”, disse o editor Thomas Horn em uma declaração.
Admoestando pais, pastores de jovens a prestar mais atenção ao que seus filhos estavam “mentalmente alimentando-se”, Horn espera que os Cristãos comecem a agir para combater os perigos do fascínio da cultura pop e práticas ocultas antes de uma geração ser “perdida para a escuridão”.
“Francamente, pregadores precisam cuidar o suficiente sobre as famílias e jovens dentro de seus cuidados para tomar uma posição ou se retirar”.
Horn afirma que os meios de comunicação, incluindo a Internet, televisão, e outros sistemas de comunicação tem trocado vampiros como Bela-Lugosi por monstros de profundo caráter demoníaco descritos como impermeáveis ao poder de Cristo.
“Como resultado os jovens tem trocado rabichos e armas-pop por pentagramas e convênios de sangue alinhados com forças muito mais fortes do que gerações anteriores poderiam ter imaginado”.
Cristãos proeminentes como Chuck Missler, Gary Stearman, Noah Hutchings, Gary Bates e John McTernan também acreditam na gravidade da situação e tem clamado a outros líderes para promover uma mudança.
fonte: The Cristhian Post

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Importantes documentos pró-vida ajudarão as nações a resistir às pressões da ONU para legalizar o aborto


NOVA IORQUE, EUA, 7 de outubro de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — É comum agora autoridades da ONU e professores de direito dos Estados Unidos dizerem aos governos estrangeiros que eles são obrigados pelas leis internacionais a liberalizar suas leis contrárias ao aborto. Exatamente no mês passado o Inspetor Especial de Saúde da ONU circulou um relatório fazendo essa declaração. O Secretário Geral deu seu apoio a esse relatório. Logo depois, o Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU disse a mesma coisa.
Ativistas pró-vida há anos dizem que essa é uma afirmação falsa. Mesmo assim, alguns governos estão começando a ouvir e liberalizar suas leis. O Supremo Tribunal da Colômbia mudou suas leis de aborto com base nessas afirmações de um comitê da ONU. Dois juízes do Supremo Tribunal do México fizeram essas afirmações também.
Entram em cena os Artigos de San José, que foram lançados nesta semana na sala de coletiva à imprensa na sede da ONU em Nova Iorque. O professor Robert George disse à imprensa e observadores na ONU que os Artigos de San José foram escritos com o propósito de ajudar autoridades governamentais a lutar contra tais afirmações.
“Os Artigos de San José foram escritos por um grande grupo de especialistas em direito, medicina e políticas públicas. Os Artigos apoiarão e ajudarão pessoas ao redor do mundo que estão sofrendo pressões de funcionários da ONU e outros que dizem falsamente que os governos são obrigados pelas leis internacionais a revogar suas leis nacionais que protegem os seres humanos nas fases embriônicas e fetais de desenvolvimento contra a violência do aborto”, disse George.
O Embaixador Joseph Rees, ex-embaixador dos EUA no Timor Leste e uma vez representante dos EUA no Conselho Econômico e Social da ONU juntou-se a George na coletiva à imprensa. Rees disse: “Quando eu estava no Timor testemunhei ao vivo uma campanha prolongada feita por alguns funcionários públicos internacionais e representantes de ONGs estrangeiras para intimidar um pequeno país em desenvolvimento, pressionando-o a revogar suas leis pró-vida. O problema é que as pessoas do país, até mesmo autoridades governamentais, têm pouco com que refutar à extravagante afirmação de que o aborto é um direito humano internacionalmente reconhecido. Os Artigos de San José têm a intenção de ajudá-las a se defenderem dos ataques”.
Os Artigos demoraram um ano para serem feitos, inclusive uma sessão de negociação de dois dias em San José, na Costa Rica, em março. No total, 29 especialistas ajudaram a escrever e assinar o documento. Os signatários dos Artigos incluem o professor John Finnis, da Universidade de Oxford; o professor John Haldane, da Universidade de St. Andrews; Francisco Tatad, ex-líder do Senado das Filipinas; Javier Borrego, ex-juiz do Tribunal Europeu de Direitos Humanos; o professor Carter Snead, do comitê internacional de bioética UNESCO; e o lorde Nicholas Windsor, um confesso defensor pró-vida que é membro da Família Real Britânica.
Nos próximos dias, os Artigos serão lançados na Câmara dos Comuns da Inglaterra, no Parlamento Europeu e no Parlamento Italiano, também em Madri, Washington DC, Santiago, Manilha, Buenos Aires, Calgary e San José.
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com