
Para a autora da ação, procuradora Mariane Guimarães de Mello Oliveira, a instituição não é reconhecida pelo MEC e, logo, não tem o direito de oferecer um diploma de ensino superior aos alunos, induzindo-os ao erro. Na ação, o MPF pede ainda que a Fateid e a Igreja de Deus no Brasil restituam em dobro os valores pagos por alunos e ex-alunos.
A Fateid utiliza a denominação “Faculdade de Teologia” e anuncia cursos de bacharelado e mestrado que, de acordo com o MPF, são definidos apenas como cursos livres, o que não poderia fazer da instituição uma faculdade. A instituição funciona há 42 anos e prevê a formação de pastores para que trabalhem nas unidades da igreja.
A Fateid, por meio da Assessoria de Imprensa, reconhece que não oferece aos alunos diploma do MEC nem é reconhecida pelo governo como uma faculdade. Não houve explicação da assessoria, no entanto, sobre o motivo de a instituição levar no nome a palavra “faculdade”.
Fonte: Correio Braziliense e Gospel+
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