domingo, 19 de setembro de 2010

No Texas, Justiça debate condenar assassino satanista é “discriminação religiosa”

Segundo o diário canadense “Le Journal de Québec”, o americano Irving Davis (foto), condenado por violação sexual e assassinato de uma adolescente de 15 anos, obteve a suspensão de sua pena de morte e a completa revisão de seu processo.

O argumento apresentado pelo seu advogado Ruben Morales – aceito pela Vara Penal de El Paso, Texas – pretende que o júri agiu com “discriminação religiosa”. Ele aduz que o assassino era satanista e agiu de acordo com sua “igreja”. E que, em conseqüência, sua “liberdade religiosa” fora desrespeitada, tendo ele sido “discriminado” injustamente.

Na lógica do satanismo, o “discriminado” máximo é Satanás, privado de todo convívio com Deus e Sua corte celeste, e enxotado aos infernos pelo máximo “discriminador” e violador dos “Direitos Humanos” de Lúcifer: São Miguel Arcanjo!

Fonte: Le Journal de Quebéc - Via IPCO

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A legalização do aborto no Brasil e o programa partidário do PT

Estamos vivendo o período eleitoral de 2010 onde grande parte da população brasileira não tem conhecimento de que as atuais eleições possuem regras novas no tocante a fidelidade partidária e a vinculação direta de seus candidatos aos programas partidária ao qual estão filiados.

Diante de tal fato, existem alguns partidos que por força do seu estatuto ou resoluções internas obrigam todos os parlamentares votar de acordo com a determinação do programa partidário definido pela executiva a seus filiados.

Assim, por força da Resolução nº 22.733/2008 do Tribunal Superiror Eleitoral, o candidato ao cargo político está vinculado obrigatoriamente aos programas e ideologias da sua agremiação partidária, ou seja, o candidato a senador ou deputado, por exemplo, está obrigado a votar segundo as idéias do seu programa partidário e o candidato a governador e presidente da república a dirigir o estado da mesma forma, repita-se.

Dessa forma, a idéia popular de que as pessoas votam em candidatos e suas consciências não é mais verdade. Não votamos mais em candidatos, mas sim em Partidos Políticos, por força desta Resolução eleitoral, ou seja, o mandato pertence ao partido e não ao candidato eleito, apresentado na lista partidária aberta simplesmente.

Para saber mais sobre o voto consciente clique aqui

Neste sentido temos visto que o Partido dos Trabalhadores - PT, o Partido Comunista Brasileiro PCB, o Partidos Socialista dos Trabalhadores Unificados - PSTU, O Partido Verde -PV e outros partidos fecharam questão sobre a defesa do aborto do Brasil.

Em razão desta posição tomada por estes partidos e outros, temos que a Candidata a presidente Marina Silva do PV, que pessoalmente diz ser contra o aborto, mas defende partidariamente que o aborto deve ser discutido via plebiscito (fazer uma votação com a população decidindo o tema), o que nós não concordamos, pois a VIDA JAMAIS DEVE SER MOTIVO DE DISCUSSÃO, o aborto é algo inegociável.

O Candidato Serra do PSDB diz ser contra o aborto, mas ele quando esteve ministro da Saúde do governo do FHC em 1998, assinou a norma técnica para o SUS ( Sistema Único de Saúde) que disciplinou regras para realizar o aborto previsto em lei até o 5º mês de gravidez, entretanto o partido do PSDB deixou o tema livre para cada candidato votar este tema segundo a sua consciência.

A Candidata a presidente Dilma do PT anda dizendo nesta fase final de sua campanha que ela é contra o aborto e não apoiará a legalização no Brasil. Pura inverdade, pois o seu partido, sob o seu conhecimento e apoio, aprova AS POLÍTICAS DE LEGALIZAÇÃO DO ABORTO.

Assistam ao Vídeo feito pelo Dr. Paulo Fernando, lider pró-vida em Brasília, onde de forma didátiva e com conteúdo sólido apresenta a verdade sobre o programa partidário do PT e o seu apoio incondicional a legalização do aborto no Brasil, inclusive com depoimentos dos deputados henrique Afonso  - AC e Luis Bassuma - BA (ex-deputados do PT), que foram ameaçados de expulsão e depois suspensos por defenderem à vida desde a concepção contra o aborto.

VÍDEO




Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O voto consciente e o exercício da cidadania

Por Zenóbio Fonseca

Estamos próximos das eleições de âmbito nacional em 03 de outubro, e, cada vez mais tem-se a certeza de que o voto consciente é o melhor instrumento de exercício e fortalecimento da democracia no Brasil, onde o povo expressa sua vontade através da eleição de representantes, que tomam decisões em nome daqueles que os elegeram.

Isto é o que se chama de democracia representativa, ou seja, é um regime de governo em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos, por meio de representantes eleitos.

Nessas eleições os cidadãos irão escolher novos representantes para administrar a nação brasileira, administrar os Estados, compondo a gestão do poder executivo e indicar senadores, deputados federais e estaduais para atuar no poder legislativo. Logo, teremos uma importante responsabilidade, escolhendo os nossos representantes para governar os interesses do Brasil e criar leis que produzam justiça social para todos.

Entretanto, algumas pessoas ainda não têm o conhecimento do papel a ser desempenhado pelo presidente da república, governador, senador, deputado federal e estadual, o que muitas vezes dificulta a escolha do candidato ou mesmo induz a erro. Daí ser importante entender as propostas apresentadas pelos candidatos e seus partidos políticos.

Neste sentido devemos entender esta estrutura política nacional para o bom desempenho do exercício da nossa cidadania nestas eleições, que é o direito de ter direitos. Senão vejamos:

O Congresso Nacional é uma instituição política que exerce o Poder Legislativo. É composto pela Câmara dos Deputados (formada pelos 513 deputados federais) e pelo Senado Federal (formada pelos 81 senadores), sendo a sede em Brasília. Já nos Estados, temos as Assembléias Legislativas (formadas pelo deputados Estaduais).

Os deputados e senadores dentre as suas diversas funções previstas na constituição federal destaca-se a de fiscalização dos atos do chefe do poder executivo e a de criar e alterar leis.

Deve-se ressaltar que os deputados são os representantes legítimos escolhidos pelo povo, através do voto, para em seu nome exercer o poder que lhe é conferido, por um mandato de 04 anos, não havendo limite para a reeleição.

Os senadores, escolhidos através do voto, representam os Estados e não o povo diretamente, sendo 03 (três) por cada Estado da Federação, sendo que a cada 04 (quatro) anos elege-se, alternativamente, 01 (um) ou 02 (dois) senadores por estado, e o mandato tem duração de 08 anos, não havendo limite para a reeleição.

O Poder Executivo, por sua vez, é uma instituição exercida pelo Presidente da República e o Governador, cabendo a ambos dirigir e coordenar as práticas das atividades administrativas do Estado com base no seu programa de governo, além de fazer com que as leis e decisões judiciais sejam cumpridas.

Assim, vemos como é importante para o País a escolha dos políticos que exercerão os cargos de gestores e legisladores do Brasil.

FIDELIDADE PARTIDÁRIA

Nessas eleições de 03 de outubro 2010, existe um fato novo imposto pelo Tribunal Superior eleitoral – TSE, que é a figura da fidelidade partidária, inserida pela Resolução nº 22.733/2008, ao qual o candidato ao cargo político está vinculado obrigatoriamente aos programas e ideologias da sua agremiação partidária, ou seja, o candidato a senador ou deputado, por exemplo, está obrigado a votar segundo as idéias do seu programa partidário e o candidato a governador e presidente da república a dirigir o estado da mesma forma.

Dessa forma, a idéia popular de que as pessoas votam em candidatos e suas consciências não é mais verdade. Não votamos mais em Candidatos, mas sim em Partidos Políticos e coligações, por força desta Resolução eleitoral, ou seja, o mandato pertence ao partido e não ao candidato eleito, apresentado na lista partidária aberta.

Tal decisão do TSE torna esta eleição diferente de todas as demais que a população brasileira já opinou, pois obriga ao eleitor a uma tomada de consciência, em razão do mandato eletivo pertencer ao partido político e coligação e não ao “seu” candidato escolhido, o que significa dizer que deve-se levar em consideração as ideologias e programas do partido e coligação a que estão vinculados os seus candidatos.

Utilizo para melhor fixação o seguinte exemplo: sou um eleitor que defendo a vida desde a concepção, logo sou contra o aborto e a sua legalização ou descriminalização no Brasil. Verifico que um candidato tem este perfil ideológico e escolho votar nele. Estando o mesmo eleito e no exercício do seu mandato, o partido ao qual ele está filiado e vinculado programaticamente, impõe que o mesmo vote de acordo com a determinação partidária, que neste exemplo é a favor da legalização do aborto. Se o parlamentar eleito não votar de acordo com o partido, ele poderá ser expulso da agremiação partidária por infidelidade, nos termos da Resolução do TSE, pois desrespeitou o programa partidário ao qual se filiou.

Em síntese: o parlamentar será expulso, perderá o seu mandato e a sua vaga será ocupada pelo seu suplente. Eu, eleitor que votei nele, por comungar com os mesmos valores e princípios, acabo por perder o meu representante.

Aqui mora o grande perigo dessas eleições nacionais e nova forma de votar, porque o eleitor deve estar atento em qual partido político o seu candidato preferido está filiado, verificar quais são as propostas e programas partidários deste partido ou coligação, verificar se tais propostas se identificam com o que você eleitor entende ser bom para o País e a sociedade em que vivemos.

Esta verdade ainda está oculta para muitas pessoas, pois repita-se, não votamos mais em Candidatos e a sua consciência pessoal, mas sim em partidos políticos e coligações, ou seja, o mandato pertence ao partido e não candidato eleito. Isso pode acontecer tanto em cargos majoritários (Presidente, Senador e governador) e cargos proporcionais (deputados, sejam federais ou estaduais).

No dia 03 de outubro de 2010, verifique em qual partido ou coligação o seu candidato a presidente da república, a senador, a governador, a deputado federal, a deputado estadual está filiado e veja se o programa partidário e ideológico deste partido está alinhado com o seu ponto de vista e o que você busca como melhor caminho para viver uma vida mais justa e saudável, pois se assim não o for, você poderá ser induzido a erro, escolhendo os candidatos por afinidade pessoal e não por ideologia partidária.

No caso de se votar em um parlamentar que busca a reeleição, analise o seu passado político, histórico de atuações e votações, se possui processos movidos contra a sua pessoa ou mandato, se promoveram o bem estar do povo na área da educação, saúde, justiça social, geração de emprego etc.

VOTO NA LEGENDA

Um outro ponto importante para o exercício do voto consciente é saber que quando um eleitor vota na legenda do partido, ele está dando um cheque em branco para o partido e o seu programa ideológico, isto é, o voto vai para o partido e ajuda a eleger o candidato mais votado desta lista partidária. Por isso, ao aplicar o voto na legenda de um partido, verifique se você concorda com a integralidade de suas propostas.

Votar consciente é construir um Brasil melhor.

Autor: Dr. Zenóbio Fonseca
Publicado no Jornal Chama da Aliança - CEI em setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

Cardeal tem prova de que juízes mexicanos foram subornados para aprovar “casamento” gay

Por Matthew Cullinan Hoffman

GUADALAJARA, México, 19 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um porta-voz da Arquidiocese de Guadalajara disse ontem aos jornalistas que o cardeal arcebispo dessa cidade tem prova para apoiar sua afirmação de que os juízes do Supremo Tribunal foram de certo modo “gratificados” pelos apoiadores do “casamento” e adoção homossexual a fim de ganharem os votos deles em favor dessas políticas.

Respondendo às ameaças de Marcel Ebrard, governador da Cidade do México, de entrar com ações contra o Cardeal Juan Sandoval Iñiguez por “danos morais”, o porta-voz arquidiocesano Antonio Gutiérrez Montaño expressou pouca preocupação, e disse que o arcebispo provaria suas acusações se necessário.

“O sr. Ebrard tem a liberdade de proceder conforme desejar”, disse Gutiérrez Montaño ao jornal mexicano Milenio, acrescentando que se lançarem uma ação legal, o cardeal revelaria a prova que tem para sua declaração, e “não se retratará nem pedirá desculpas” pelo que disse.

“Não há medo com relação a essa ameaça”, disse Gutiérrez Montaño. “Ele [o cardeal] também tem o direito de exercer o que ele pensa que ele deve fazer se qualquer calúnia for levantada contra ele”.

Sandoval Iñiguez fez as acusações de suborno numa coletiva à imprensa na segunda-feira enquanto estava no estado de Aguascalientes. Ele acusou o governador da Cidade do México e as organizações pró-aborto internacionais de terem “gratificado” os ministros com “presentes” a fim de obterem a aprovação do “casamento” e adoção homossexual.

Católicos e socialistas se enfrentam

Depois dos comentários, a liderança da Igreja Católica no México se uniu na defesa de Sandoval Iñiguez e do cardeal arcebispo da Cidade do México, Norberto Rivera, que também fez declarações fortes condenando as uniões homossexuais após a decisão que impôs tais uniões em todos os 31 estados mexicanos no começo deste mês.

“Expressamos nossa solidariedade e nossos sentimentos aos cardeais Norberto Rivera Carrera e Juan Sandoval Iñiguez com relação a esse tema delicado”, escreveram os líderes da conferência dos bispos do México num comunicado divulgado na terça-feira.

“Os bispos, sensíveis à opinião da maioria não só na Cidade do México, mas também no país inteiro, expressam, no exercício da liberdade de expressão garantida por nosso regime político democrático, nosso total desacordo com o veredicto anunciado pelo SPJN [Supremo Tribunal de Justiça da Nação]” os bispos declararam também, acrescentando que “nós cremos que igualar essas uniões com o nome de matrimonio é uma falta de respeito à própria essência do casamento entre um homem e uma mulher, expressa na Constituição de nosso país em seu artigo 4, bem como aos costumes da própria cultura que tem reinado sobre nós há séculos”.

Jesús Ortega, líder do socialista Partido da Revolução Democrática (PRD), do qual Ebrard é membro, expressou apoio a Ebrard e disse que o partido “está exortando o Cardeal Juan Sandoval Iñiguez a se retratar das acusações de que o líder local [da Cidade do México] subornou ministros do Supremo Tribunal da Nação”.

Ebrard declarou que ao meio dia de hoje, ele entrará com ações contra o cardeal num tribunal local. “Ele sabe perfeitamente bem que está mentindo, que o que ele está dizendo é falso e ele vai ter de confrontar esse processo”, Ebrard disse para os meios de comunicação internacionais.

Ebrard também pediu investigações por parte do Secretariado do Governo e da Comissão Eleitoral Federal contra o cardeal.

“Pior do que o narcotráfico”

Hugo Valdemar, porta-voz da Arquidiocese do México, acrescentou sua voz ao coro que está denunciando as recentes decisões do Supremo Tribunal, declarando ontem que “[Marcelo Ebrard] e seu governo criaram leis que são destrutivas para a família, que causam danos piores do que o narcotráfico. Marcelo Ebrard e seu partido, o PRD, têm se esforçado para nos destruir”.

Ebrard respondeu às declarações de Valdemar pedindo que o governo federal o leve a juízo bem como ao Cardeal Iñiguez por violarem a Constituição.

A Constituição do México, criada em 1917 por forças revolucionárias esquerdistas, proíbe que os clérigos da nação tenham qualquer participação política. Embora as cláusulas anticlericais raramente sejam impostas, elas permanecem como potenciais armas para serem usadas pelo governo contra prelados que desafiarem suas ações.

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/