sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Conferência acadêmica busca normalizar pedofilia


BALTIMORE, MD, EUA, 16 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — Pesquisadores de várias universidades proeminentes dos EUA participarão amanhã de uma conferência em Baltimore que, de acordo com o que está sendo noticiado, tem o objetivo de normalizar a pedofilia. Conforme o site da organização patrocinadora, o evento examinará maneiras em que “pessoas que sentem atração por menores de idade” possam se envolver numa revisão da classificação que a Associação Americana de Psicologia (AAP) faz da pedofilia.
B4U-ACT, uma organização de ativistas e profissionais de saúde mental a favor da pedofilia, está por trás da conferência de 17 de agosto, que incluirá participantes da Universidade de Harvard, Universidade Johns Hopkins, Universidade de Louisville e Universidade de Illinois.
Howard Kline, diretor científico da B4U-ACT, criticou a definição do termo pedofilia feita pela Associação Americana de Psicologia, descrevendo seu tratamento de “pessoas que sentem atração por menores de idade” como “impreciso” e “equivocado”.
“É baseado em dados de estudos de prisões, o que ignora completamente a existência daqueles que são obedientes à lei”, Kline disse num comunicado à imprensa de 25 de julho. “Os novos critérios de diagnóstico que estão sendo propostos especificam idades e frequências sem nenhuma base científica”.
“O Manual de Diagnóstico e Estatísticas de Desordens Mentais (MDEDM) deveria corresponder a um padrão mais elevado do que isso”, acrescentou ele. “Podemos ajudá-los, pois somos as pessoas sobre as quais eles estão escrevendo”.
Em seu site, B4U-ACT classifica a pedofilia como simplesmente outra orientação sexual e condena o “estigma” ligado à pedofilia, observando: “Ninguém escolhe ter atração emocional e sexual por crianças ou adolescentes. A causa é desconhecida; aliás, não se compreende ainda nem mesmo o desenvolvimento da atração por adultos”. A organização diz que não defende o tratamento para mudar os sentimentos de atração por crianças e adolescentes.
Em seu comunicado à imprensa, B4U-ACT anunciou uma carta que a organização enviou à AAP criticando sua classificação da doença mental.
Numa entrevista para Notícias Pró-Família/ LifeSiteNews (LSN), Judith Reisman, professora convidada de direito da Universidade Liberty e especialista em ética sexual e pornografia, criticou a conferência de Baltimore, dizendo: “Isso está na agenda deles há décadas”.
“Conheci pela primeira vez o que vim a chamar de ‘O Lobby Pedófilo Acadêmico’ em 1977 na Conferência da Sociedade Britânica de Psicologia sobre Amor e Atração na cidade de Swansea, em Gales”, disse ela. “Apresentei um documento de pesquisa sobre pornografia infantil na revista Playboy do período de 1954 a 1977”.
“Outros membros da academia na conferência, alguns contratados por pornógrafos, apresentaram documentos ‘científicos’ defendendo a legalização da pornografia e prostituição infantil e o fim da idade de consentimento sexual”, disse ela. “Eles estavam promovendo suas afirmações ‘científicas’ sobre a sexualidade de crianças novas para legisladores e seus colegas membros da academia através de meios de comunicação legítimos e pornográficos”.
“O MDEDM é típico dessa degeneração, pois eles já haviam suavizado o diagnóstico da pedofilia a fim de torná-lo quase sem sentido, exigindo que o pedófilo seja apenas ‘incomodado’ com seu abuso de crianças e assim por diante”, disse Reisman. “Temos agora mulheres e crianças violentando sexualmente crianças e homens. Isso continuará numa espiral para baixo, poderíamos dizer, até o abismo do inferno, a menos que façamos uma reforma em nossas leis, nossos meios de comunicação de massa e em nossas escolas”.
Conforme reportagem anterior de LSN, semelhantes pressões políticas, então por ativistas homossexuais, levaram à desclassificação da homossexualidade como uma desordem mental em 1973 no MDEDM. Como consequência da desclassificação do MDEDM, o debate sobre a homossexualidade e os muitos danos documentados associados com o estilo de vida homossexual tem sido totalmente censurado nos círculos psicológicos acadêmicos.
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

MPF-SP processa igreja evangélica por declaração contra ateus


SP - O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo moveu ação civil pública contra a emissora Rede TV! e a Igreja Internacional da Graça de Deus pela veiculação de mensagens ofensivas contra pessoas ateias. Nela, o órgão pediu que ambas se retratem no programa de onde partiu as declarações, bem como esclareçam à população sobre a diversidade religiosa e liberdade de crença no Brasil durante o dobro do tempo usado nas supostas ofensas.
Durante a edição do programa O Profeta da Nação de 10 de março, o apresentador disse: "Só quem acredita em Deus pode chegar pra frente. Quem não acredita em Deus pode ir pra bem longe de mim, porque a pessoa chega pra esse lado, a pessoa que não acredita em Deus, ela é perigosa. Ela mata, rouba e destrói. O ser humano que não acredita em Deus atrapalha qualquer um. Mas quem acredita em Deus está perto da felicidade."
Segundo o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, as declarações ferem a Constituição Federal e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ele afirmou o Brasil é um Estado laico e que a todos é assegurada a liberdade de crença religiosa, além da possibilidade de ser ateu e agnóstico.
O MPF também pediu que a Secretaria de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, instituição responsável pela regulamentação dos serviços de radiodifusão, fiscalize o programa e a emissora. Para o MPF, foi ferido um artigo do Regulamento dos Serviços de Radiofusão que obriga a subordinação dos conteúdos às finalidades educativas, informativas e culturais.

Grupos gays ameaçam igreja evangélica por causa de outdoor bíblico


Os organizadores da Parada Gay de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, prometem contestar na Justiça outdoors colocados pela igreja evangélica Casa de Oração que citam mensagens bíblicas sobre homossexualidade. Os grupos gays reclamam de provocação, já que no domingo (21) ocorre a 7ª Parada do Orgulho Gay no município.
Mensagem bíblica de outdoor enfureceu ativistas gays
Segundo o pastor Antônio Hernandes Lopes, no entanto, o objetivo é apenas “expressar o que Deus diz a respeito da homossexualidade”. Nas frases, que citam a Bíblia, lê-se: “Assim diz Deus: ‘Se também um homem se deitar com outro homem, como se fosse mulher, ambos praticaram coisa abominável...’”. Há ainda outras duas passagens relacionadas ao tema.
"Todos os seres humanos têm direito a expressar o que quiserem, mas têm o ano todo para fazer isso. Fazer na semana da diversidade é uma maneira de ataque, não tinha essa necessidade", afirma Agatha Lima, uma das responsáveis pela Parada Gay na cidade.
“Estamos aproveitando a oportunidade que eles estão divulgando a maneira de viver deles para expressar o que Deus diz a respeito”, rebate o pastor. Ele diz que o outdoor foi colocado em um ponto distante do trajeto da Parada Gay, justamente para evitar confrontos.
Mas não é o que diz Agatha Lima. "Esse outdoor é apenas um dos cinco que foram instalados na cidade. E esse, próximo à Câmara Municipal, está a um quarteirão do nosso Centro de Referência da Diversidade Sexual", diz.
O pastor da Igreja Casa de Oração refuta a acusação de homofobia: “É algo que já está divulgado há milhares de anos”, afirma Antônio Hernandes. “Nós amamos essas pessoas, oramos por elas, elas são bem-vindas, mas a vida, a forma que elas vivem, está contrária àquilo que Deus diz”, argumenta.
Fonte: G1 da Globo / via blog JulioSevero

Vida, a grande questão inegociável: autismo e eugenia


15 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Desordem do Espectro do Autismo, que compreende uma variedade de indivíduos, desde profundamente deficientes a altamente atuantes, capazes de viver vidas razoavelmente normais, afeta milhões de famílias: 1 de cada 1.000 nascimentos hoje são crianças autistas.
Conforme lhes disse durante os últimos dois dias, as famílias dessas crianças, como meu neto Max, não veem essas crianças como pesos, mas, em vez disso, como bênçãos. Não porque os pais estão num estado de “negação”, mas porque eles amam seus filhos, e esse amor os ajudou a ver o que é realmente importante e onde está realmente o valor humano.
Infelizmente, há muitos outros, diferentes desses pais, que acreditam que os pais e a sociedade estariam em situação muito melhor se crianças como Max nunca tivessem nascido.
E hoje, os exames pré-natais permitem que os médicos, as companhias de seguro e os futuros pais decidam quais bebês no útero serão os tão chamados “normais e saudáveis”, e quais nascerão com deficiência física: é por esse motivo que mais e mais bebês identificados com deficiência física, como a síndrome de Down, estão sendo abortados.
A “lógica” demoníaca por trás de fazer de alvo as pessoas com síndrome de Down pode ser aplicada a qualquer pessoa que tenha uma deficiência física. Uma combinação de medo, preocupação com os custos de cuidar dessas crianças e um desejo de ter um bebê “perfeito” pode demonstrar ser algo irresistível. A tecnologia médica nunca poderá nos dar condições de “curar” coisas como o autismo, mas pode nos dar condições de identificar — e fazer de alvo — pessoas no útero que tenham autismo.
Se você está achando que “isso não pode acontecer aqui”, já está acontecendo. Conforme o Dr. Christopher Hook da Clínica Mayo avisa: “A eugenia está de volta aos EUA”. A eugenia é a atitude de crer que podemos melhorar a raça humana eliminando características genéticas indesejáveis, geralmente [eliminando] as pessoas que carregam essas características. Aliás, o moderno movimento eugênico começou aqui nos Estados Unidos. Entre seus defensores estavam pessoas como Oliver Wendell Holmes e Margaret Sanger.
A eugenia é muito perigosa e perniciosa porque representa um desrespeito radical por toda vida humana, não só a vida dos bebês em gestação. Adolf Hitler, uma admirador confesso dos movimentos eugênicos dos EUA e Alemanha, começou a eliminar os deficientes mentais e físicos anos antes de começar a matar judeus.
O renascimento da eugenia nos EUA não requer tropas nazistas ou mesmo novas leis. Aliás, tudo o que requer é que os cristãos não prestem atenção. Então, uma combinação de racionamento da assistência médica e outras forças econômicas e culturais darão condições para os defensores da morte seguirem a “lógica” demoníaca até sua conclusão mortal.
Então, como é que impedimos isso? Nós adotamos uma postura a favor da vida, desde a concepção até a morte natural. Deixamos claro para nossos “líderes” e para as classes intelectuais que o respeito à vida é a grande questão inegociável.
E é inegociável precisamente por causa das pessoas como meu neto Max. Ele nunca pagará impostos nem terá um emprego. Ele nunca curará o resfriado comum nem curará a economia. Mas ele trouxe amor e alegria ao mundo de diversas maneiras que eu jamais poderia ter imaginado.
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com