quarta-feira, 8 de setembro de 2010

PT ameaça Pr. Paschoal Piragine Jr

Por Julio Severo

Em dez dias, quase 400 mil pessoas já asssistiram ao vídeo da mensagem do Pr. Paschoal Piragine Jr expondo os perigos de se votar no PT. Veja o vídeo aqui:

Tudo o que ele faz é dizer o óbvio: O PT é um partido comprometido com o aborto e o homossesxualismo. Quem duvidar disso, olhe para Lula, que passou seus oito infames anos de governo lutando para impor o aborto e o homossexualismo no Brasil.

Revoltados e desesperados com o direito de livre expressão do Pr. Piragine, líderes do PT no Paraná, segundo reportagem da Rádio CBN do Paraná, querem processar o pastor. A reportagem completa em áudio está aqui:

Acho que os cristãos no Brasil estão acovardados. Em nosso nariz, Lula e seu bando no governo defendem descaradamente o aborto e o homossexualismo, e nenhum líder católico ou evangélico os ameaça de processo. Pelo direito democrático, todos temos direito de processá-los, pois tanto Lula quanto seu bando estão desrespeitando a maioria esmagadora da população brasileira, que não tem nenhuma obsessão de ver o aborto e a sodomia legalizados. Se há obsessão nesse sentido, é só entre os socialistas.

Convido a todos os que lerem esta mensagem a apoiarem o direito de livre expressão do Pr. Paschoal Piragine e a processarem Lula e seu bando pelo infame programa federal “Brasil Sem Homofobia” e outras iniciativas do governo que desrespeitam o povo brasileiro.

É hora de agir!

Distribua amplamente esta mensagem aos seus amigos.

sábado, 4 de setembro de 2010

Principal ativista gay da Inglaterra reivindica redução da idade de consentimento sexual para 14 anos

Por Hilary White


LONDRES, Inglaterra, 1 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um dos principais ativistas homossexuais da Inglaterra de novo reivindicou a redução da idade de consentimento sexual de 16 para 14, dizendo que isso reduzirá os incidentes de abuso sexual de jovens. Peter Tatchell, fundador do grupo OutRage! (Revolte-se!), escreveu no site Big Think, “Quer gostemos ou não, muitos adolescentes têm sua primeira experiência sexual por volta da idade de 14 ou 15.”

“Se quisermos proteger os jovens, e eu quero, o melhor jeito de fazer isso é não os ameaçando de prisão, mas dando-lhes educação franca e de alta qualidade envolvendo sexo e relacionamentos sexuais, inclusive para crianças bem novas. Isso inclui dar a eles mais permissões e autoridade, com treinamento, conhecimento e confiança para dizer não aos avanços sexuais indesejados e denunciar abusadores sexuais. Em comparação com a abrangente criminalização de menores de idade sexualmente ativos, essa estratégia de dar permissões é um jeito mais eficiente de proteger os jovens de pressões dos amigos e dos pedófilos”.

Uma idade de consentimento mais elevada realmente coloca adolescentes mais jovens em maiores riscos de abuso “ao reforçar a ideia de que jovens abaixo de 16 anos não têm direitos sexuais”, Tatchell disse. “Eles dão o sinal de que um jovem não tem a capacidade de fazer uma escolha racional e moral sobre quando ter sexo”.

“Culpa e vergonha sobre sexo também aumentam a probabilidade de abuso sexual ao incentivar a malícia e o segredo em que se desenvolve o abuso”, ele acrescentou.

“Apesar do que os puritanos e odiadores do sexo dizem, sexo entre menores de idade é em grande parte feito de forma consentida, segura e divertida”, Tatchell disse. “Se danos são provocados, geralmente não é como consequência do sexo em si, mas por causa de abuso emocional dentro de relacionamentos e por causa de sexo inseguro, que pode transmitir infecções e engravidar meninas novas quando elas não estão preparadas para ser mães”.

OutRage! está há muito tempo fazendo pressão política em prol da redução da idade de consentimento na Inglaterra, onde a idade já havia sido reduzida para atos homossexuais da idade de 21 em 1994 e de novo em 2000 para 16, depois de intensa pressão política de ativistas homossexuais.

Carolyn Moynihan, jornalista de Auckland com um interesse pessoal em questões de família, respondeu na Mercatornet, dizendo que é “um pouco surpreendente” que Tatchell tenha feito a sugestão na época em que fizer parte de uma manifestação contra o Papa Bento, ao qual ele acusa de não proteger jovens de predadores sexuais.

Moynihan disse: “É claro que sempre haverá menores de idade que têm sexo, mas isso não significa que a lei deveria fazer vista grossa. Sexo é uma parte muito complicada da conduta humana que é complexa demais para os jovens entenderem”.

Ela citou estudos que mostram que os jovens, principalmente as meninas, que têm sexo muito cedo muitas vezes lamentam. Ela cita David Lindsay, colunista do jornal Daily Telegraph, dizendo: “O sexo é para pessoas que sabem como lidar com as consequências, físicas e outras. Numa palavra, adultos”.

Traduzido por Julio Severo: http://www.juliosevero.com/
 
Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Comitê da ONU ataca o papel de mãe e exige novos “direitos” para as mulheres

Por Dr. Terrence McKeegan


29 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um comitê da ONU de tratados, notório por sua promoção do aborto e de posições ideológicas não apoiadas por tratados da ONU, conclui sua sessão nesta semana. Durante a sessão o comitê lançou ataques contra o papel das mães e os papéis sexuais tradicionais, e ao mesmo tempo pediu novos e muito mais expandidos “direitos” sexuais e reprodutivos.

Contudo, a sessão foi especialmente notável pelas declarações da Federação Russa, que relatou que índices declinantes de aborto estavam ajudando a diminuir os índices totais de mortalidade materna nesse país.

O comitê, que monitora a implementação da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (cuja sigla em inglês é CEDAW), é composto por 23 especialistas “independentes” e está avaliando oito nações durante sua 46ª sessão.

Diante do comitê da CEDAW, a delegação da Federação Russa frisou um novo programa de dois anos do Ministério da Saúde que tem como foco a prevenção do aborto e a proteção da vida. A delegação teve a felicidade de relatar ao comitê que pela primeira vez em décadas, o índice de natalidade estava agora excedendo o índice de aborto e que o “número declinante de abortos estava também diminuindo os índices de mortalidade das mulheres depois do parto ou aborto”.

Apesar disso, o comitê expressou preocupação de que o governo estava promovendo o papel das mães e ajudando as mulheres a permanecer em casa com seus filhos recém-nascidos, em vez de facilitar o rápido retorno delas ao mercado de trabalho. O especialista cubano avisou acerca dos estereótipos sexuais negativos que poderiam resultar se as mulheres fossem vistas apenas como “boas mães, boas esposas e donas-de-casa, enquanto os homens fossem vistos como os provedores econômicos”.

O especialista da Holanda questionou a Rússia sobre se a atual legislação cobria a discriminação contra mulheres lésbicas, bissexuais ou transexuais. O especialista do Brasil lamentou que o acesso a “serviços médicos transgêneros” não estavam disponíveis em muitas regiões da Rússia, e exortou a nação a garantir que “os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres fossem baseados em evidência científica e não na religião”.

Em análises de outros países, Fiji foi repreendido por não disponibilizar casamento e tecnologias reprodutivas para duplas de mesmo sexo. O especialista da Tailândia inquiriu de Fiji se dava para se propor a descriminalização da prostituição para trabalhadoras adultas do sexo. A Albânia foi indagada: “O que o governo está fazendo para combater a homofobia e a violência contra gays, lésbicas e transexuais?”

O boletim Friday Fax de C-Fam informou que no ano passado a Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos (CIDHGL), tema recente do apoio inédito do governo de Obama para uma posição especial na ONU, criou um manual para ativistas com o objetivo de promover as ideologias de “orientação sexual” e “identidade de gênero” por meio do comitê da CEDAW.

O tratado da CEDAW não menciona aborto, nem as palavras “gênero”, “orientação”, “sexual” ou “reprodutivo” aparecem em parte alguma do texto. As observações e recomendações feitas pelas agências de tratados não têm poder legal, já que só os países membros de um tratado têm a autoridade de coletivamente interpretar um tratado. Apesar disso, os ativistas pró-aborto estão instaurando processos judiciais no mundo inteiro citando as interpretações das agências de tratados de direitos humanos da ONU, como o Comitê da CEDAW, ao desafiar leis nacionais contra o aborto.

O comitê da CEDAW conclui sua sessão de três semanas na sexta-feira.

Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Milagre de Bebê começando a respirar depois de duas horas

Hilary White

SYDNEY, Austrália, 30 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Médicos ficaram perplexos em abril quando um bebê prematuro que havia sido declarado como morto por eles pareceu voltar à vida depois de duas horas encostado à sua mãe. A equipe havia entregado o menino, Jamie, um gêmeo, para sua mãe segurar e “dizer adeus” depois que o menino de 27 semanas de gestação havia sido pronunciado como morto. O médico que estava dando atendimento havia passado 20 minutos depois do nascimento tentando fazer o menino respirar.

Kate Ogg, de Sydney, Austrália, segurou o bebê diretamente encostado na sua pele e quando ele mostrou sinas de vida, lhe deu algum leite materno na ponta do dedo.

Mas Kate e seu marido David Ogg dizem agora que temem que seu filho, que nasceu junto com sua irmã gêmea Emily, poderá sofrer danos cerebrais ou sofrer complicações médicas de longo prazo porque seu médico não acreditou neles quando o menino mostrou o que os pais criam eram sinais de vida. Depois que Jamie começou a se mexer, eles pediram que o médico voltasse, mas ele recusou, enviando a parteira para dizer que o bebê estava simplesmente nos últimos momentos de agonia da morte.

“Sabíamos que o medico não estava voltando. Por isso, o chamamos de novo”, Kate Ogg disse mais tarde para um entrevistador na TVl da Austrália. “Nesse meio tempo, a parteira fez algumas filmagens e minha mãe e minha irmã estavam tirando fotos de nós. Meu marido acabou dizendo: ‘Vão e digam ao médico que não estávamos prontos para dar atenção à explicação dele de como o bebê morreu. Será que ele pode vir e explicar isso de novo?’ e foi aí que ele voltou”.

Jamie só acabou recebendo cuidados médicos duas horas mais tarde.

Um amigo do casal Oggs disse para o jornal Daily Mail que “Para ser justo, os médicos acreditam com sinceridade que Jamie estava morto. Quando ele voltou ao quarto, até ele disse para Kate que isso era um milagre”, mas acrescentou que se Jamie sofrer efeitos colaterais pela falta de tratamento, não poderia haver ação legal.

A Sra. Ogg disse para o programa de televisão australiano Today Tonight que ouvir as palavras de que seu bebê estava morto “foi o pior sentimento que já tive”.

Quando Jamie foi entregue a ela, ela disse que queria segurá-lo encostado diretamente na pele dela.

“Tirei a camisola hospitalar e o ajeitei em meu peito com a cabeça dele sobre meu braço e só fiquei ali segurando-o. Ele não estava fazendo nenhum movimento e nós simplesmente começamos a conversar com ele. Nós dissemos a ele qual era o nome dele e que ele tinha uma irmã. Dissemos a ele as coisas que queríamos fazer com ele durante a vida inteira dele”.

Jamie começou a ofegar, mas seus pais foram informados de que isso era apenas ação “reflexa”.

“Mas então o senti se mover como se ele estivesse espantado, então começou a lutar mais para respirar até que sua respiração foi normalizando. Dei para Jamie um pouco de leite materno no meu dedo, ele o recebeu e começou a respirar normalmente”.

“Pensei: ‘Oh, meu Deus! O que está acontecendo?’ Um curto tempo depois ele abriu os olhos. Foi um milagre. Então ele estendeu a mão e agarrou-me o dedo. Ele abriu os olhos e moveu a cabeça de lado a lado. O médico ficava balançando a cabeça e dizendo: ‘Não acredito nisso, não acredito nisso’”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com