A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro nas últimas semanas aprovou 03 leis que transformam a Umbanda, o Candomblé e o dia de Iemanjá como patrimônio e propriedade imaterial do Estado do Rio de Janeiro, passando a ter garantias legal e constitucional em razão desta aprovação.
Autorias
O deputado estadual Gilberto Palmares/PT, foi o autor do Pl 2274/09 que declarou umbanda como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro, PL 2303/2009 que declarou o candomblé como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O deputado estadual Átila Nunes/DEM, foi o autor do Pl 1917/2008 que declarou o dia de Iemanjá como patrimônio imaterial do Estado.
O fundamento alegado foi que se trata de justa homenagem a tais manifestações religiosas no Estado.
Base Legal
A constituição Federal prevê no art. 216 que os bens de natureza imaterial constitui patrimônio cultural brasileiro e, os danos e ameaças devem ser punidos na forma da lei, ou seja, recebem a proteção estatal.
A transformação de tais entidades espirituais, orixás, caboclos em patrimônio e propriedade imaterial de inicio obriga o Estado do Rio de Janeiro a repassar dinheiro para divulgação e proteção desta chamada “cultura religiosa” nas repartições públicas através das Secretarias de Cultura, Turismo, Educação, Segurança, pois o instrumento legal (a lei) lhe outorga esse “poder” a essas religiões/cultura.
Discussões e omissões
Os projetos de leis foram aprovados em 02 votações sem quase nenhuma discussão ou obstáculo pelo Plenário da ALERJ, pois o único parlamentar a questionar as referidas leis foi o deputado evangélico Edson Albertassi/PMDB, que como presidente da Comissão de Orçamento deu parecer oral contrário aos projetos e quando da votação em plenário votou contrário.
Fato negativo durante as votações em plenário, que se deram em dias diferentes e em dois turnos de votação, foi à omissão por parte de diversos deputados evangélicos que estavam em plenário durante a votação (alguns saíram quando o projeto entrou em votação) dos projetos de lei e não discutiram a matéria para questionar entre outras coisas: a constitucionalidade das propostas em razão da criação de encargos ao poder executivo, o repasse de verbas, a separação do Estado e a religião e outros aspectos relevantes pela reprovação das propostas.
Autorias
O deputado estadual Gilberto Palmares/PT, foi o autor do Pl 2274/09 que declarou umbanda como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro, PL 2303/2009 que declarou o candomblé como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O deputado estadual Átila Nunes/DEM, foi o autor do Pl 1917/2008 que declarou o dia de Iemanjá como patrimônio imaterial do Estado.
O fundamento alegado foi que se trata de justa homenagem a tais manifestações religiosas no Estado.
Base Legal
A constituição Federal prevê no art. 216 que os bens de natureza imaterial constitui patrimônio cultural brasileiro e, os danos e ameaças devem ser punidos na forma da lei, ou seja, recebem a proteção estatal.
A transformação de tais entidades espirituais, orixás, caboclos em patrimônio e propriedade imaterial de inicio obriga o Estado do Rio de Janeiro a repassar dinheiro para divulgação e proteção desta chamada “cultura religiosa” nas repartições públicas através das Secretarias de Cultura, Turismo, Educação, Segurança, pois o instrumento legal (a lei) lhe outorga esse “poder” a essas religiões/cultura.
Discussões e omissões
Os projetos de leis foram aprovados em 02 votações sem quase nenhuma discussão ou obstáculo pelo Plenário da ALERJ, pois o único parlamentar a questionar as referidas leis foi o deputado evangélico Edson Albertassi/PMDB, que como presidente da Comissão de Orçamento deu parecer oral contrário aos projetos e quando da votação em plenário votou contrário.
Fato negativo durante as votações em plenário, que se deram em dias diferentes e em dois turnos de votação, foi à omissão por parte de diversos deputados evangélicos que estavam em plenário durante a votação (alguns saíram quando o projeto entrou em votação) dos projetos de lei e não discutiram a matéria para questionar entre outras coisas: a constitucionalidade das propostas em razão da criação de encargos ao poder executivo, o repasse de verbas, a separação do Estado e a religião e outros aspectos relevantes pela reprovação das propostas.
O que nos chama atenção é que alguns desses deputados evangélicos que se omitiram em enfrentar este debate e votações, registrando publicamente a sua opinião e voto, dirigem-se na época eleitoral para o seu segmento dizendo ser como atalaias e defensores de valores e princípios e etc.
Esta não é a primeira vez que tais parlamentares se omitem em votações relevantes para o segmento que os elegeu, pois na aprovação do dia mundial do orgulho gay a história se repetiu.
Se continuar desta forma, o Rio de Janeiro será um Estado onde todas as “entidades espirituais” das matrizes afro-brasileiras serão patrimônio imaterial e espiritual através das leis.
Existem outros projetos de igual teor do deputado Átila Nunes que estão para entrar na pauta de votação da ALERJ, transformando novas “entidades espirituais” das religiões de matrizes afro-brasileira em patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro.
Não vou fazer aqui comentários sobre as repercussões espirituais para o Estado com a aprovação destas leis, mas que tem conhecimento faça a sua parte.

17 comentários:
Meu Deus!
Porquê é que o nossos políticos vivem fazendo m****!
E pra quê servem os políticos evangélicos, afinal?
Não dá mais pra suportar esse tipo de coisa! Se pudesse fazia como o Júlio Severo!
Lex Aleksandre
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Caro irmão Zenóbio,
É importante o seu trabalho de fazer estas denúncias, porém o senhor não cita os tais deputados omissos, o que caracteriza omissão também. Diga os nomes para a gente possa entrar em contato com eles e reprovar tal atitude.
Outra coisa que precisa ser feita é um trabalho prévio, para não divulgar o fato apenas depois que "a casa caiu", ou seja, quando tais projetos estão para serem votados, divulgue isto para que haja mobilização e pressão para que os deputados votem contra e saibam, no mínimo, que a população está atenta.
Carlos Osmar Trapp, Campo Grande, MS.
Caro Zenôbio:
Gostaria de trocar algumas informações com você. Meu email: gerecouto@yahoo.com.br
Abraços e parabéns pelo relevante trabalho.
Artigo elucidativo e imprescindivel. Os políticos evangélicos parecem estar cegos para a construção da estrutura de perseguição aos cristãos. Em muitos casos, eles até participam, por pura ignorância, dessa construção. Que Deus continue te usando profeticamente.
Caro irmão Zenóbio Fonseca,
Parabéns pelo esclarecedor artigo.
É necessário que a comunidade evangélica do Estado do Rio de Janeiro, tome conhecimento dos nomes desses deputados.
O próximo ano será eleitoral, portanto é imprescindível essa informação.
No afã de colaborar estarei postando o link desse artigo em meu blgo.
Um grande abraço!
Pr. Carlos Roberto
Realmente isso é uma vergonha
Mas Senhor Zenóbio vamos ajudar um pouco mais ?
Informando a população do estado do Rio de janeiro quem são esses omissos deputados evangélicos que na hora de transformar a massa evangélica em manobra para obter seus votos fazem de tudo .
Parabenizo o deputado Albertassi que mostrou por que recebeu milhares de votos .
um abraço
Dário Ferreira
Concordo plenamente com o companheiro Carlos Osmar Trapp. Os nomes desses chamados "Deputados Evangélicos" que se omitiram na hora da votação do PL, têm que ser divulgados sim, para que seus eleitores tomem conhecimento de quem estão nomeando para serem seus representantes na ALERJ. Parabéns ao Deputado Edson Albertassi pela postura.
ESTEVAM JR.DA IG.CONGREGACIONAL.
ACHO QUE HÁ INTERESSE DE COLOCAR O DEP.ALBERTASSI COMO UM MÁRTIR NESTA VOTAÇÃO E NÃO FALAM QUAIS DEP.ABSTIVERAM DO VOTO.PELA TERCEIRA VEZ RECEBO ESSE E MAIL TENDÊNCIOSO A FAVOR DO DEP.ALBERTASSI E ACHO MAIS POLITICA E RELIGIÃO NÃO COMBINA.JÁ BASTA DE "GAROTINHOS".DEUS ABENÇÕE A TODOS VAMOS VOTAR SIM NULO.
Prezados amigos e visitantes, ao apresentarmos o dia a dia de um parlamento agradamos a uns e desagradamos a outros. O meu papel sempre foi o de informar e divulgar assuntos pertinentes a igreja e as leis. Nao existe pretensão de "divulgar" o nome de ninguém, mas quando um deputado faz o que é certo e luta contra o politicamente correto, essa pessoa deve ser mencionada sim..., Os outros que falham continuamente devem ser julgados pelas urnas.
A PEDIDOS VOU POSTAR AMANHÃ OS NOMES DOS DEPUTADOS EVANGÉLICOS DA ALERJ QUE NÃO PARTICIPARAM DA VOTAÇÃO.
Querido irmão se vc recebeu este email mais de uma vez é sinal de que a sua rede de relacionamento esta funcionando e pessoas acham vc importante. Reflita sobre isso.
A oração move o coração de Deus.
Deus abençoe a todos.
Querido Zenóbio ..discordo plenamente do sr Estevam Jr..pois é o dever de todo cidadão cumprir com seu voto...e votar nulo é deixar na mão do acaso o futuro politico do nosso País..precisamos sim saber quem é por nós pois a palavra de Deus diz que quem não é por nós é contra nós..precisamos saber quem está trabalhando á favor do povo de Deus e quem se omite,vamos sim nos unir e escolher um Homem de bem para nos representar e levantar a bandeira de um povo que tem sede pela honestidade pelo carater e pela familia..precisamos sim pensar no nosso voto como algo que pode mudar nosso futuro Espiritual aqui no Mundo!!!pense bem vote e vote certo vamso levantar a bandeira do Povo de Deus!!!!
Oi Zenobio,
Eu proponho que a fé cristã se torne igualmente um "patrimônio imaterial" do Estado do Rio. Direitos iguais perante a lei, certo? Os deputados Gilberto Palmares e Átila Nunes não poderão se opor... Desse modo, o jogo ficaria juridicamente empatado. Voce apoia? Qual deputado poderia encaminhar o projeto de lei? Pode até ser um bom católico, já que os evangélicos estão mal das pernas.
Por outro lado, pensemos juntos: quando a crença cristã começou a se espalhar pelo império romano, o Estado patrocinava os cultos pagãos, e principalmente o culto ao imperador. Isso não fez a menor diferença para o avanço do evangelho, exceto para os mártires, claro - ou melhor, GRAÇAS A ELES, a Igreja cresceu! Donde concluo que pode até ser bom para o Reino de Deus uma perseguiçãozinha em nossos dias. Do jeito que tem picareta evangélico por aí...
Um abraço, do seu ex-colega do Itapuca!
Bom, gostaria de me manifestar a respeito do comentário do Sr. Estevam Jr. (Ig. Congregacional).
Acompanho o trabalho do Dr. Zenóbio Fonseca há alguns anos e sou testemunha da maneira séria, transparente e objetiva que ele aborda as questões religiosas. Zenóbio é um defensor da fé cristã, que acompanha e divulga as questões que afetam diretamente as igrejas, sem ser cabo eleitoral de nenhum parlamentar. Zenóbio Neste caso, não foi diferente. Zenóbio apenas relatou um fato, divulgou uma notícia que deveria estar nas páginas dos principais jornais deste país, o que infelizmente não acontece devido ao preconceito da maioria dos veículos de comunicação em tratar de temas religiosos. Só questiona o propósito do Dr. Zenóbio quem realmente não o conhece.
Além disso, quase TODOS os comentários desta notícia pedem que seja divulgado o nome dos deputados evangélicos que se omitiram. Ora, se querem que seja divulgado o nome dos omissos, porque não divulgar o nome do parlamentar que demonstrou firmeza, lealdade aos seus eleitores, fidelidade aos princípios cristãos? o deputado que teve coragem de "remar contra a maré" e manter o seu posicionamento, independente da covardia dos demais. A divulgação do nome do deputado EDSON ALBERTASSI apenas faz parte da notícia, meu irmão.
Precisamos dar honra a quem honra.
Parabéns, Zenóbio pela excelência so seu trabalho.
Parabéns, deputado Edson Albertassi !!!
Prezados,
como solicitados por todos segue nome dos deputados evangélicos, em ordem alfabética, que não estavam presentes quando da votação das leis:
ALESSANDRO CALAZANS - PMN
ARMANDO JOSÉ - PSB
BEATRIZ SANTOS - PRB
CAETANO AMADO - PR
ÉDINO FONSECA - PR
FÁBIO SILVA - PMDB
FLÁVIO BOLSONARO - PP
GRAÇA PEREIRA - DEM
JODENIR SOARES - PT do B
JOSÉ NADER - PTB
MARCOS SOARES - PDT
SULA DO CARMO - PMDB
obs: basta colocar ao lado do nome @alerj.rj.gov.br , que será o email de cada deputado ausente.
É extremamente importante denúncias como essa, quando a li pensei em colocar um link para ela em meu blog. Não o fiz porque fizeram antes.
Recentemente fui agraciado com três selos por outro blog, mesmo não concordando com as regras dessas “homenagens” não posso dizer que não me sinto feliz por tê-los recebido.
Apenas concordo com duas regras: homenagear e linkar os homenageados.
Você é um dos meus homenageados, se quiser ver , está em meu blog
http://aboamiliciadafe.blogspot.com/
Concordo plenamente com o companheiro Carlos Osmar Trapp. Os nomes desses chamados "Deputados Evangélicos" que se omitiram na hora da votação do PL, têm que ser divulgados sim, para que seus eleitores tomem conhecimento de quem estão nomeando para serem seus representantes na ALERJ. Parabéns ao Deputado Edson Albertassi pela postura.
GRATO POR DE COLOCADO OS NOMES DOS DEPUTADOS OMISSOS, VAMOS RESPONDER NAS URNAS.....
ENGRAÇADO COMO VOCÊS TAXAM OS DEPUTADOS EVANGÉLICOS COMO "CAMADOS DEPUTADOS EVANGÉLICOS". SE VOCÊ SE DOERAM POR ELES NÃO VOTAREM A FAVOR DESSAS DITAS "ENTIDADES RELIGIOSAS", POR QUE VOCÊS NÃO ACEITAM TAMBÉM O DIREITO DE DECISÃO DELES. ASSIM COMO VOCÊS NÃO SÃO OBRIGADOS A ACEITÁ-LOS, ELES TAMBÉM NÃO SÃO POBRIGADOS A ACEITAR ESSAS VOTAÇÕES.
ONDE ESTÁ A LIBERDADE DE EXPRESSÃO???
ACHO QUE ESSES POLÍTICOS QUE SE PREOCUPAM TANTO COM COISAS BANAIS COMO VOTAR EM ENTIDADES, DEVERIAM SE PREOCUPAR EM CRIAR LEIS PARA AS NECESSIDADES DO POVO, TAIS COMO: SEGURANÇA PÚBLICA, EDUCAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO DE RENDA. DEIXEM AS PICUINHAS DE LADO E FAÇAM POR MERECER ESTAREM ONDO O POVO OS COLOCOU... "DEPUTADOS".
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